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A Triste distração do Farmacêutico

Dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior, João não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa, além do mundo material.

Certo dia, quando ele já estava fechando a farmácia, chegou uma criança com um bilhete nas mãos, solicitando um remédio. Ele disse que já estava fechado, mas a criança, com lágrimas nos olhos, informou-o que que sua mãe estava muito mal e precisava com urgência daquela medicação.

Devido à insistência da menina, mesmo contrariado resolveu reabrir a farmácia e vender o remédio, mas, devido à sua insensibilidade e àquele nervosismo sem causa, não acendeu a luz e pegou um remédio errado, cujo efeito era exatamente o contrário do que aquela mulher precisava e, certamente, iria matá-la.

Em pânico, tentou alcançar a criança, sem êxito.

Voltou para a farmácia e, sem saber o que fazer, com a consciência pesada e com medo, muito medo – de ser processado ou até mesmo preso, de perder tudo o que levou a vida inteira para construir – instintivamente fez algo que nunca havia feito: ajoelhou-se e orou. Mesmo sendo um ateu, seu espírito o levou a buscar o Criador e clamar por ajuda.

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao se virar, deparou-se com a criança: “Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que eu caí e quebrei o vidro do remédio. Dá pro senhor me dar outro?”.

“Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas, sem pecado. Cheguemos confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim e sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.14-16.

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A Coruja e a Águia

Conta-se que a Dona Coruja encontrou a Dona Águia, e disse-lhe:

– Olá, Dona Águia, se vires uns passarinhos muito lindos em um ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!

A águia prometeu-lhe que não os comeria e saiu voando; logo encontrou numa árvore um ninho, e comeu todos filhotes.

Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:

– Ô, Dona Águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não me comias meus filhinhos, e mataste-os todos!

Ao que respondeu-lhe a águia:

– Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos feios, depenados, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-os; e como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que os teus não eram esses.

– Pois eram esses mesmos, lamentou-se a coruja.

– Pois, então, queixa-te de ti mesma, que é que me enganaste com a tua cegueira.

A Corrida que nunca acabou

Era uma vez um vilarejo muito sonolento, para combater o tédio, seus moradores viviam inventando jogos e apostas, um dia inventaram uma corrida de invenções, os concorrentes deveriam fazer com que suas invenções corressem até o final de um campo e retornassem ao ponto de partida.

Apenas três invenções foram inscritas: Uma Flecha Mágica, uma Palavra Impensada e uma Oportunidade de Ouro.

Várias pessoas vieram ver a corrida, uns apostavam na Flecha; outros, na Palavra; e, outros, na Oportunidade.

Quando a Dona Loucura deu o tiro de largada, o arqueiro lançou sua Flecha Mágica, uma mulher pronunciou uma Palavra Impensada e um homem deixou sua Oportunidade de Ouro escapar.

As três saíram em disparada, todos acompanhavam a corrida atentamente, porém, uma coisa engraçada aconteceu: Quando chegaram ao final do campo, elas não pararam nem fizeram a curva para retorna, antes, enveredaram por outros campos e continuaram correndo em linha reta, para longe, muito longe.

Depois de umas seis horas, quando alguns já até tinham desistido de esperar, o Dr. Entendimento, que casualmente ia passando por aí, ao saber da aposta, caiu na gargalhada e disse-lhes:

– Vocês estão aqui há seis horas esperando? Como vocês são bobos! Vocês ainda não sabem que a Flecha lançada, a Palavra pronunciada e a Oportunidade escapada nunca mais voltam?

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento.
Provérbios 1.7

Thomas Edson – Um Menino Confuso na Infância

Um menino, parcialmente surdo, retornou um dia da escola trazendo uma nota dos diretores, sugerindo que os pais o retirassem dali, porque ele era “um garoto confuso da cabeça, que não conseguia aprender”.

A mãe, ex-professora, propôs-se ela mesma ensinar o filho em casa: “Meu filho não é confuso nem incapaz de aprender” – disse ela, indignada.

Quando Tomaz Edison morreu, muitos anos mais tarde, todas as pessoas dos Estados Unidos lhe reverenciaram, desligando as luzes do país por um minuto.

Ele estudou e trabalhou com afinco no aperfeiçoamento de diversos dispositivos, como o telefone, por exemplo, e patenteou mais de 1.000 invenções suas, entre as quais, a lâmpada elétrica e o fonógrafo.

A perseverança daquela mulher e daquele menino mudaram os nossos hábitos e influenciaram o mundo de forma profunda e permanente.

Qual o seu maior tesouro? {Ilustração}

ilustração para sermões
Uma mulher pobre passeava com seu filhinho num bosque quando ouviu um voz que vinha de dentro de uma caverna:
– Aqui dentro há muito ouro, prata e pedras preciosas. Pegue o que quiser.
Meio desconfiada, olhou no interior da caverna e constatou que, de fato, ela estava recheada de tesouros insondáveis.
– Posso mesmo pegar o que quiser?
– Sim, mas, você poderá encher apenas uma sacola e terá apenas dois minutos para escolher o que quer levar. Depois deste tempo, saia correndo, pois a caverna se fechará para sempre com tudo que ainda estiver aqui dentro.

Premida pelo tempo e com tantas opções à sua frente, a mulher escolhia, juntava, trocava, destrocava, ajeitava os objetos na sacola, trocava novamente.
– Agora você tem apenas 10 segundos… 9, 8, 7…

Ela pegou mais umas pedras preciosas.
– 6, 5, 4…

Pegou mais uma bandeja de ouro e saiu correndo.

Já do lado de fora, ainda teve tempo de assistir a entrada da caverna se transformando num imenso paredão de rocha. Olhou a sacola, avaliou o que havia conseguido juntar e concluiu que agora era uma mulher rica e iria poder dar ao seu filho uma vida melhor…
– Meu Deus… meu filho! Meu filho, meu Deus, meu filho…

Na correria, esqueceu seu filho dentro da caverna. Para sempre!
Não deixe a correria da vida fazê-lo
se esquecer das pessoas que você ama.

O Perigo da Vingança [Ilustração Infantil]

Alô crianças – vocês estão felizes? Sempre alegre é a vida do cristão, sabem por que? Porque nosso Pai celeste gosta muito de cada uma de vocês.

Hoje nós temos uma linda história para contar. Vamos prestar bastante atenção:

Emília tinha 6 anos de idade, e seu irmão, Antônio, 7. Eles moravam lá longe, numa fazendinha. Quase não iam à cidade (70 quilômetro de distância). O sr. Júlio, o pai, não tinha automóvel, mas muitas vacas que davam bastante leite e alguns cavalos, galinhas, perus, patos, marrecos, cachorros e outros animais.

O tio dos garotos, sr. Clementino, carpinteiro, veio visitar os sobrinhos junto com a esposa e fabricar mesas, algumas cadeiras, armários de cozinha. Antônio pediu ao seu tio, para fabricar um caminhãozinho – aliás ficou tão perfeito, que Antônio ficou todo feliz e mostrou para seus pais. A tia de Emília, no mesmo período, confeccionou uma linda boneca de panos e encheu os braços, as pernas e a cabeça de arroz com casca e desenhou os olhos, o nariz, a boca, os dedos das mãos e dos pés da boneca. Emília ficou orgulhosa da sua boneca. Por algum tempo, o irmão brincava com o caminhãozinho e ela com a boneca.

Certo dia, Emília entrou correndo e pisou no pé machucado do Antônio. Antes de ela pedir desculpas, ele já havia puxado a irmã pelos cabelos longos. Emília ficou muito aborrecida.

De tardezinha, Antônio foi buscar as vacas com o pai. Emília bateu com o martelo e quebrou um pedaço da roda traseira do caminhãozinho. Ficou bem quietinho. No outro dia, quando Antônio foi brincar com o seu carro, ele estava mancando, pois faltava-lhe um pedaço da roda. Ele logo percebeu – fora sua irmã. E pensou: “Eu vou me vingar dela.” Então Satanás soprou no ouvido dele: “Enterra a boneca dela lá atrás do galinheiro. Ela nunca vai saber.”

Quando nos vingamos, odiamos ou falamos palavras feias, Satanás fica contente e pára ao nosso lado, nos tentando para fazer coisas piores.
A mãe e a tia da Emília foram até a fazenda vizinha conhecer o novo filho de dona Augusta. Antônio pensou: “É agora que eu me vingo.” “Isso mesmo, faça o que eu lhe disse. Leva a boneca e a enterra atrás do galinheiro”, cochichou Satanás mais uma vez. Rapidamente Antônio foi ao quarto de Emília, apanhou a boneca e o enxadão. Abriu o buraco… Mas começou a pensar: “Eu não vou fazer isso, não… Deus não vai gostar da minha atitude…” Deixa de ser covarde”, sussurra Satanás. “Jogue isso dentro do buraco e pronto!”

O garoto saiu dali muito preocupado. “Como vai ser? Eu não podia ter leito isso com a minha irmã.” “Você agiu certo”, disse Satã. “Ela quebrou o seu caminhão.”

No outro dia, Emília procurou por todos os lugares e não conseguiu encontrar a dita boneca. Antônio, agora, para encobrir o seu erro, começou a mentir: “Eu vi um bicho levando alguma coisa na boca. Quem sabe não era a sua boneca!?”

Os dias se passaram e Antônio dizia: “Bem… Dessa eu estou livrei.”

Fazia muito calor, e Deus começou a mandar chuva, muita chuva, para Iodas as fazendas da região. Acontece que a umidade chegou até ao arroz com casca da boneca. Os grãos começaram a engordar, engordar, engordar… até explodir. E cada um nasceu e vieram para fora da terra.

Uma tarde, o pai dos garotos chamou a família e disse: “Está acontecendo uma coisa muito esquisita aqui atrás do galinheiro. Uma grande tocheira de arroz está nascendo. O que teria acontecido? Antônio, vai buscar a cavadeira e vamos abrir esta cova.” Com o coração batendo a 100 por hora, o menino vai cabisbaixo e pensativo buscar a ferramenta.

Que surpresa! A boneca de Emília havia nascido toda – pernas, cabeça, orelhas… Tudo era planta! Muito envergonhado, Antônio começa a chorar e pedir perdão aos pais. “Antônio, vai buscar uma vara”, ordena a mãe. “Agora se vira e conta até cinco. Você vai ser castigado com cinco varadas nas costas.”

Saibam, crianças. Toda vingança, todo ódio, mentira, palavras feias, são insinuadas pelo nosso inimigo Satanás. Porém, quando nós perdoamos, obedecemos à Deus, só falamos o que é necessário e útil, Deus continua do nosso lado. Os anjos do Senhor não permitem que Satanás e seus anjos se aproximem de nós.

Quantos de vocês querem dizer comigo: “Jesus, eu quero Lhe amar de todo coração. Ajuda-me a ser obediente e feliz. Fica para sempre ao meu lado! Não quero mentir, me vingar. Só quero Lhe amar, Senhor!”?

As Três Gotinhas – Historinha para Crianças

historinhas

Muito bom dia, meus amiguinhos. Hoje temos como título da nossa estória As Três Gotinhas.
Como vocês já sabem, existem neste mundo muitas coisas em gotas – as famosas gotas dos remédios (quase ninguém gosta de tomar remédios), as gostosas gotas de água, as apavorantes gotas de sangue… Mas hoje eu vou contar sobre as três funestas (mortas) gotas da bebida alcoólica.
Léo era o filho de certo casal de advogados. Quando completou 10 anos, o pai passou num concurso público importante. Foi preciso mudar de cidade. E Léo foi matriculado em um novo colégio.
Ele estava radiante naquele primeiro dia de aula do ano.
Ele gostava de escolher seus amiguinhos, garotos como ele, obedientes, estudiosos e sociáveis.
Quando deu a hora do recreio, a professora disse:
– Hoje nós vamos lá para baixo das árvores para conhecermos melhor uns aos outros.
Ali era o canto mais aprazível do colégio. E continua a professora:
– Cada um de vocês vai se apresentando. Digam seus nomes e endereços, do que gostam, profissão dos pais, o que pretendem ser na vida…
Léo prestou bastante atenção e descobriu que Leandro, outro garoto de idade semelhante à sua, morava próximo de sua casa, e que, por ser pertinho do colégio, vinha só a pé.

Terminado o recreio, eles voltaram para a sala de aulas. A professora, então, disse:
– Agora que vocês se conhecem melhor, vamos escolher nossos amiguinhos prediletos.

Leandro disse:
– Eu e o Léo já nos tornamos amigos.
– Muito bem, diz Luci, a Professora. Sejam bons amigos sempre.

Assim que terminaram as aulas, os dois garotos voltaram juntos para casa.

O tempo passou e, chegando o fim do ano, o colégio começou a fazer algumas obras (a construção de outras salas), o que resultou na contaminação provisória das águas das caixas do colégio. Sempre era avisado: “Tragam suas garrafas com água de casa. Evitem tomar a água aqui do colégio.”
No outro dia, Léo e Leandro chegaram com suas garrafas térmicas cheias de água. Na hora do recreio, todo mundo foi tomar a sua merenda e beber a água trazida de casa. Leandro disse:

– Léo, tome uns goles da minha água e veja se você gosta.

Com o caneco pelo meio, Léo começa a beber, mas sente que algo foi misturado no líquido.

Antes de Léo dizer algo, Leandro continua:
– Eu misturei um pouco das bebidas do meu pai aí.
– O que é isso? Retruca Léo. Nós não devemos colocar em nossas bocas nenhum tipo de bebida alcoólica. Nosso corpo é a morada de Deus, e Jesus não gosta que pratiquemos nenhum vício, porque todo pequeno mal começado pode acabar em grandes tragédias.
– Sabe, Léo, diz o amigo. Meu pai e minha mãe gostam de beber aos Sábados. Eles se embriagam. Seus pais não bebem também?
– Não, responde Léo. Aos Sábados nós vamos para a nossa igreja adorar a Deus.

Leandro continua:
– De tanto ver meus pais bebendo, eu coloquei, certo dia, três gotinhas de álcool na água e tomei. Só que eu achei gostoso e fui colocando mais gotas. Hoje eu coloco 30 gotas num copo de água.
Léo já estava escandalizado com o que ouviu do amigo. Mas ficou com pena de Leandro, e disse:
– Você sabe que é o meu melhor amigo?
– Sim, responde Leandro.
– Escuta o que eu vou dizer. Abandona isso enquanto é possível, porque, senão, amanhã você vai sofrer enfermidades e escravidão trazidas pelo álcool.
– Isso é pura verdade. Mas já estou tão acostumado com isso.

Léo interrompe.
– Deus pode lhe ajudar, amigão.

Dois anos depois, Leandro se muda da cidade. O pai, que era militar, foi transferido. Com lágrimas nos olhos, os dois amigos se despedem.

O tempo passou. Léo agora está no último ano do curso de Medicina. Ele com mais três colegas formaram um belo quarteto, e, aos Sábados, cantavam e pregavam nos templos.
Naquele Sábado, eles viajaram para a próxima cidade. Apresentaram, para a alegria dos irmãos adventistas, fantástica programação.
Após o Sábado, a animada mocidade daquele local programou uma excelente hora social – isso foi até às 11 horas da noite, quando os quatro rapazes voltavam com o automóvel de Ronaldo, o chefe do quarteto.
Começou, então, aquela chuvinha fina na estrada. Léo, muito precavido, logo avisa:
– Vamos com cuidado dobrado. Essa estrada é derrapante.
– Eu já vi o aviso, responde o motorista.

De repente, eles são ultrapassados por outro carro em alta velocidade. Léo logo se manifesta:
– Esse motorista deve ter bebido.

Depois de viajarem mais alguns quilômetros, Roberto diz:
– Parece que lá, mais a frente, está um carro tombado.
– É verdade. Deve ser aquele motorista irresponsável que nos ultrapassou, acrescenta um terceiro rapaz.
– São dois no acidente, e ambos estão desmaiados, fala o quarto rapaz.
– Vamos tirá-los com urgência. Já está começando a derramar gasolina, dizem os quatro ao mesmo tempo.

Quando o casal de jovens desmaiados é colocado no carro dos rapazes, o carro dos desconhecidos pega fogo e explode.
– Que horror, dizem os rapazes. Os dois iam morrer queimados.
– Vamos rápido para o hospital, onde damos plantão.

Os dois acidentados foram levados para o CTI do hospital.

Quando amanheceu o dia, os acidentados despertam do coma. Léo olhou para o rapaz socorrido e diz:

– Interessante. Anos atrás eu conheci um colega e fomos grandes amigos. Ele tem alguma semelhança com você. O nome dele era Leandro.
As lágrimas começaram a correr pela face do enfermo. E diz, já tendo reconhecido o médico, antigo amigo:

– Você me disse naquele recreio da escola que as três gotas de álcool que eu coloquei dentro da água poderiam me escravizar. Eu não me tornei alcoólatra contumaz, mas de vez em quando bebo demais. Foi o que aconteceu ontem à tarde. Eu e minha noiva exageramos, então, perdi a direção e não vi mais nada. O enfermeiro me contou que quatro rapazes deste hospital me salvaram, e, por pouco, eu e Lenita não morremos queimados.

– Isso é verdade. Nós os socorremos ontem à noite.

Léo se abraça com Leandro e os dois choram. Os outros três rapazes que haviam chegado pouco antes e ouviram a história, se aproximam e, dessa vez, o quarteto no lugar de cantar, chora. Mas isso é bíblico. A Palavra de Deus diz: “Chorai com os que choram.”

Depois de rolar bastante papo, o quarteto canta para Leandro e o convida para ir até a Igreja quando saísse do hospital. Ele, Leandro, e a noiva agradecem a Deus. Tudo deu certo. Leandro aceitou o convite e recebeu a Cristo na Igreja do quarteto. E, meses depois, realizou ali o seu casamento.

– Abandonei toda espécie de bebida alcoólica, diz Leandro feliz de verdade.

O que podemos aprender dessa história?

1. Deus dá uma segunda oportunidade a todo pecador que se arrepende sinceramente. Só que ele precisa aceitar de coração essa misericórdia divina;

2. Três gotas do mal são suficientes para destruir todo o bem de alguém;

Vamos dizer juntos:

– Jesus amado. Livra-me de toda espécie de vício. (Repetir duas vezes).

A Águia Distraída – Ilustração Para Crianças

Bom dia, meus amiguinhos. Vamos repetir juntos e bem alto: Bom dia a todos!

Eu vou fazer a minha pergunta: Vocês gostam de passarinhos? É claro. Eles são tão lindinhos, seus cantos maravilhosos, suas plumagens (penas) coloridas e belas.

Jesus também gostava de pássaros. Ele disse certa vez: “Olhai às aves do Céu.”

Pois bem. Hoje nós vamos contara história de Tony, uma linda águia real.

Ele tinha tudo de belo:

– suas penas de cor pardo-escuro cobria todo o corpo de quase um metro de altura; seu bico e suas afiadas garras (unhas) eram suas fortes armas, conduzidas por duas asas poderosas. Seu habitat (casa) era lá no pico da montanha. Bem lá no alto. Tony se sentia o rei das aves.

Muitas vezes por dia, ele batia suas potentes asas, subia bastante no espaço e, de lá, vinha planando, planando, até ficar bem próximo das matas e dos campos. Não importava a altura.

Se ele visse ratos ou coelhos, se desfazia no ar e descia como uma seta a 100 quilômetros por hora e agarrava sua vítima e voava de volta para o ninho e, distraída, devorava a caça.
Nos pés da montanha onde habitava, passava um correntoso rio. Algumas vezes, Tony descia e pousava na beira do rio para apanhar peixes. Ele gostava muito da época da piracema (os peixes sobem o rio em cardumes para a desova). Depois de saborear muitos peixes, retornava às alturas.

Um belo dia, a águia real estava faminta. Havia dois dias que não conseguia nenhuma caça, nem ratos e nem coelhos. Então Tony decidiu ir até a beira do rio apanhar peixes. Fez várias tentativas, mas os peixes estavam nadando muito no fundo.

O inverno já estava se aproximando e, nessas ocasiões, os peixes quase não se alimentam. Eles ficam a maior parte do tempo paradinhos. Tony estava preocupado.

– Sabe de uma coisa, pensou a águia. Eu vou andar na beira desse rio. Quem sabe eu não encontro algumas coisas para comer!?

Depois de andar pelos capins e barrancos, ele escutou um barulho dentro do rio.

– O que será isso? Será algum canoeiro?

A coisa se aproxima e passa bem na beirinha do barranco e da água paradinha.

Que surpresa! Era o boi que sempre via no meio do gado. Ele estava rodando, rodando.

– Será que está morto?

Tony voou até as costas do boi. Realmente o animal não respirava.

– Oba! Desta vez eu dei muita sorte.

Com o forte bico, Tony abre o lombo (corpo) do animal e começa um verdadeiro banquete. Come, come e come até não poder mais.

As águas do rio começam a crescer, e, aos poucos, o boi morto começa a descer com a correnteza. Cada vez a águia
enfiava suas unhas mais fundo na caça. E, de vez em quando, Tony abria as asas para se equilibrar. Também, vez por outra, dava pequenos vôos.

O rio, a princípio, estava bem suave, e a águia se distraía. Suas duas garras, agora, estão totalmente seguras nas costelas de sua gostosa refeição.

De repente, o corpo do animal começa a descer mais rápido. A águia resolve comer mais rápido para depois voar. Agarra ainda mais a sua presa. Com a velocidade, Tony começa a se desequilibrar, e agora não dá mais tempo – o seu “restaurante” despenca cachoeira abaixo.

Caído no fundo do poço onde as águas eram despejadas, o senhor das montanhas agora está jogado nas entranhas das águas. A sua, até então, “canoa de carne”, desaparece com a quase afogada águia, que continua rodando, rodando e rodando água abaixo.

Agora é tempo de sair. Com dois dedos quebrados, a ponta de uma das asas danificada, o pescoço ferido – a pobre águia está muito mal. Mais à frente, a sua presa é jogada numa pequena praia.

Depois de descansar, a ave gigante começa a se soltar e caminha manquejante para debaixo de frondosa (copada) árvore. Já se sente melhor. Porém, ainda não consegue levantar vôo.

Ali, deitada, lamenta a sua distração e descuido. Horas depois começa a ouvir o uivado de lobos famintos. Percebe, então, que agora ela vai se tornar também alimento. O pavor começa a tomar conta da rainha das aves.

– Preciso sair daqui, pensa Tony.

Então, Tony caminha para a clareira da mata. Os lobos estão próximos. Eles vêm farejando com o focinho.

Há poucos metros, a matriarca dos lobos salta sobre a águia, mas Tony já havia levantado vôo rumo ao rio. Porém, não consegue velocidade suficiente e os lobos o perseguem nas águas até se cansarem.
A águia, também cansada, pousa logo perto. Ela ainda não consegue alcançar a altura das árvores.

Agora, os lobos e a águia, já descansados, começa tudo novamente, mas desta vez a águia havia melhorado e voou lá para as montanhas, deixando frustrados os ferozes lobos.

O que podemos aprender dessa emocionante estória?

1. A menor negligência pode causar o maior dano;

2. Distrair-se ante o perigo aumentam as chances (possibilidades) de nossos inimigos naturais;

3. Não devemos desanimar ainda que tenhamos errado, assim como a águia fez;

Vamos repetir juntos:

– Senhor, quero ser simples como as pombas, mas astuto como as serpentes. (Repetir duas vezes).

O Vaso Quebrado

No Museu Britânico há um vaso de beleza indescritível. Certo dia um homem, por descuido, deixou cair aquele vaso, quebrando-o. A beleza desapareceu e o vaso só inspirava tristeza pelo que ti-nha sido. Veio, porém, um artista e com grande perícia, paciência e perseverança, começou o difícil trabalho de reconstituir o precioso vaso. Com sua habilidade e experiência, terminou a obra com tanta perfeição que somente com um exame muito cuidadoso é possível verificar que de fato o vaso já foi quebrado. Mais uma vez tornou-se objeto de arte, beleza e admiração.

Assim faz Jesus por nós, vasos quebrados.

DUPLAMENTE MEU

DUPLAMENTE MEU
Conta-se que um menino, com a ajuda do pai, construiu um lindo barquinho. Todos os dias brincava com ele na praia. Um dia, bateu urna forte onda e levou o barquinho. Com tristeza, o menino viu seu barquinho ser levado para longe. Passou algum tempo, até que um dia o menino, ao passar defronte à vitrine de uma loja, viu ali o seu barquinho exposto à venda. Pediu para examiná-lo e constatou as iniciais de seu nome. Perguntou o preço. Fez plano para comprá-lo. Foi para casa, arrumou o dinheiro necessário e pagou o devido preço. Tomando o barquinho em suas mãos, apertou-o junto ao peito, e com grande satisfação, disse: “Barquinho, você agora é duplamente meu, porque eu o construí e agora o comprei.”
Assim diz Jesus a cada pecador que se converte: “Tu és dupla-mente Meu: Eu te criei, e Eu te comprei com Meu sangue, por isso te amo tanto.”