Archives for : novembro2015

A Ação Vs Inação – Estudo – Ilustração

Para observar os efeitos da ação e inação, um cientista pôs dois cachorrinhos em situações diferentes. Colocou o primeiro numa gaiola limpa e aconchegante e, o outro, colocou numa gaiola onde algumas moscas se agitavam o tempo todo tirando o sossego do pobre animal.

O primeiro cão dormia preguiçosamente, livre de qualquer importunação; o segundo, mal descansava, pois tinha ficava de instantes a instantes tocando as moscas que o perturbavam.

Dias depois, ao se avaliar as condições dos dois bichinhos, constatou-se que o segundo cãozinho encontrava-se em melhores condições de saúde do que o primeiro.

A conclusão foi esta:
A ação é benéfica.
A inação é prejudicial à saúde.

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A Voz do Povo

Houve um homem, cujo nome era Sam Houston, general e estadista texano, que ficou conhecido por defender, em sua gestão, causas impopulares, mesmo que para isso tivesse de sofrer retaliações.

Em uma época em que não era de interesse popular defender os índios americanos, ele foi a Washington como membro de uma delegação dos cherokees para se queixar ao governo da corrupção dos agentes indigenistas.

Em outro tempo, opôs-se à escravatura num período em que era politicamente incorreto fazê-lo. Em 18 de março de 1861, foi deposto como governador de Estado porque, novamente, foi contra a separação do Estado e recusou-se a jurar lealdade à Confederação.

Duas semanas mais tarde, no discurso a uma multidão que queria vê-lo morto, Houston declarou:
– Sempre tive como regra invariável na minha vida não formar nenhuma opinião ou dar veredicto sobre qualquer grande questão pública antes de ouvir e considerar cuidadosa e imparcialmente todas as evidências […] e, uma vez tendo assumido minha posição, nenhum temor da condenação popular me poderá induzir a modificá-la.

– Nunca permiti que o clamor, a paixão, o preconceito e a egoísta ambição popular me induzissem a mudar uma opinião e um veredicto que minha consciência e razão tenham formado e considerado justos.

– A “vox populi” nem sempre é a voz de Deus, pois quando os demagogos e líderes políticos egoístas conseguem excitar o preconceito do público e silenciar a voz da razão, pode-se ouvir o clamor popular: “- Crucifica-o, crucifica-o!”.

– A “vox populi” torna-se, então, a voz do diabo.

Ser positivo é uma escolha

Mauro era um tipo de pessoa que todos adorariam conhecer. Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava: “Como vai você?”, ele respondia: “Melhor que isso, só dois disso!”.

Um dia perguntei-lhe:
– Como você consegue ser uma pessoa tão positiva o tempo todo?

– Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Mauro, hoje você tem duas escolhas: ficar de bom humor ou ficar de mal humor. Então, eu escolho ficar de bom humor. E repito esta decisão o dia inteiro, a cada instante. Se alguém me irrita ou reclama de alguma coisa, seja do jeito certo ou não, eu escolho continuar de bom humor e tentar ver o lado positivo da situação.

– Mas, não e tão fácil assim, Mauro!

– É fácil, sim! A vida consiste em escolhas.

As palavras de Mauro não eram vazias. Ele realmente havia decidido viver de bem com a vida, e isso ficou muito bem estabelecido quando Mauro foi assaltado e levou três tiros. Por sorte, foi socorrido à tempo.

Ele conta que naquela hora tomou duas decisões:
A primeira decisão que tomou, foi que queria viver, fosse como fosse. Mesmo que ficasse paralítico, não iria desistir da vida (essa sua obstinação facilitou o serviço de toda a equipe médica que o atendeu).

A segunda decisão, foi que iria passar aqueles terríveis momentos do melhor jeito que lhe fosse possível, e foi isso mesmo que ele fez. Quando os paramédicos lhe perguntaram se era alérgico à alguma coisa, Mauro, apesar de estar sangrando e gravemente ferido, fez com que todos caíssem na risada:

– Sou alérgico a bala!

Evolução: O maior ato de fé da Humanidade

Eu sempre vi a Evolução como algo que necessitava de muito mais fé do que o criacionismo ou a teoria do “Design Inteligente”, necessário ao contrário do criacionismo que mostra provas observáveis no dia a dia sobre sua teoria, o evolucionismo é apenas observado no período de “MILHÕES DE ANOS” tornando isso uma teoria que exige MUITA FÉ.

O Pecado dos Homens Bons

moisés

Hoje estive pensando sobre a vida de Moisés, esse personagem tem cada vez mais tomado destaque na vida das pessoas, principalmente agora que tem uma novela na TV retratando a vida dele.

Moisés foi um dos homens mais privilegiados na bíblia, Deus falava com ele boca a boca,veja:

“Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas;” (Num 12:8)

Além disso ele é citado como o homem por quem Deus mais “manisfestou” o seu poder. O numero de maravilhas que Deus operou por meio de moisés foram incontáveis e uma mais incrível que a outra e a maioria inexplicável.

Mesmo assim, existe algo muito triste na vida de moisés que por vezes parece difícil de entender; Moisés tinha um sonho, você já teve um sonho? Pois é, porém em um dia moisés comete apenas UM ERRO, sendo que as pessoas ao redor dele passavam a vida cometendo erros, mas para ele, somente um erro custou o sonho dele, que era entrar na terra prometida por Deus.

Isso me fez pensar o quanto somos responsáveis pela luz que recebemos, quanto maior o privilégio que você receber nessa vida, mais lhe será cobrado.

Quanto melhor pessoa você é, mais ofensivo será o seu pecado. Você deve estar se questionando do motivo que é simples, Deus te usa como exemplo de honestidade e fidelidade por isso ele te dá privilégios, quando você peca, faz com que satanás possa ironizar a escolha das ferramentas de Deus.

Para finalizar, pense nesse texto de Ellen White, do Livro História da Redenção.

“Os pecados dos homens bons, cuja conduta geral tem sido digna de imitação, são especialmente ofensivos a Deus. Eles levam Satanás a triunfar e a lançar em rosto aos anjos de Deus as falhas dos instrumentos por Deus escolhidos, e dão aos injustos ocasião a que se levantem contra Deus.”

A Viagem de James Caird – Ilustrações para Sermões

A viagem do James Caird foi uma viagem num pequeno barco sem coberta desde a ilha Elefante, nas ilhas Shetland do Sul, até à Geórgia do Sul, no sul do oceano Atlântico, numa distância total de 1500 km.

Tendo ao comando sir Ernest Shackleton, e cinco companheiros, o objetivo da viagem era obter ajuda para resgatar o grupo principal da Expedição Transantártica Imperial de 1914–17, que tinha ficado preso na ilha Elefante depois do afundamento do seu navio, o Endurance.

Esta viagem ficou para a história como uma das mais difíceis viagens de barco já efetuadas.

Em outubro de 1915, o Endurance foi esmagado pelo gelo, depois de ter ficado encalhado numa placa, e afundou-se no mar de Weddell, deixando Shackleton e a tripulação presos numa superfície pouco segura de gelo, a milhares de quilômetros da civilização.

Durante os meses que se seguiram, o grupo ficou à deriva em direção a norte até abril de 1916, quando a placa de gelo flutuante onde se encontravam acampados se quebrou.

Partiram nos barcos salva-vidas para a remota e inacessível ilha Elefante, onde Shackleton decidiu que a maneira mais rápida de obter ajuda era partir com um dos barcos até à Geórgia do Sul.

Dos três barcos salva-vidas, o James Caird era o mais robusto e o que tinha mais probabilidade de sobreviver à viagem. Recebeu o seu nome em homenagem a Sir James Key Caird, um fabricante de juta e filantropo de Dundee, cujos donativos ajudaram a financiar a expedição de Shackleton.

Antes da viagem, o barco foi modificado e reforçado pelo carpinteiro do navio, Harry McNish, para aguentar os duros mares do oceano Antártico. Levava uma tripulação de seis homens, liderados por Shackleton, e com o capitão do Endurance, Frank Worsley, como responsável pela navegação.

Depois de sobreviverem a vários perigos, incluindo o quase virar do barco, chegaram à Geórgia do Sul depois de 16 dias de viagem. No final, ainda passaram pela dificuldade em encontrar um local seguro para desembarcar.

Shackleton conseguiu, posteriormente, obter ajuda para resgatar o grupo que tinha ficado na ilha Elefante, e levar os seus homens para casa, sem perda de vidas.

Depois do final da Primeira Guerra Mundial, o James Caird foi trazido da Geórgia do Sul para a Inglaterra, e encontra-se exposto na antiga escola de Shackleton, o Colégio de Dulwich.

A Verdadeira Paz – { Ilustrações para pregações }

Certa vez um rei encomendou a dois famosos pintores um quadro cuja temática fosse a paz. Além de garantir que iria comprar os dois quadros, o rei anunciou que daria um extra para o artista que melhor retratasse a paz.

No tempo marcado, eles trouxeram suas pinturas.

O primeiro retratava um lago sereno, espelhando altas e pacíficas montanhas à sua volta, encimado por um céu azul com nuvens brancas como algodão.

Todos os que viram este quadro acharam que ele era um perfeito retrato da paz.

O outro quadro também tinha montanhas. Mas eram escarpadas e calvas. O céu, ameaçador, derramava chuva e relâmpagos. Da encosta da montanha caía uma cachoeira espumante. Não parecia nada pacífica.

Mas o rei, experimentado nas artes, olhou com vagar e viu ao lado da cachoeira um pequeno ninho numa fenda da rocha. Mamãe pássaro e seu filhote repousando em segurança.

O rei escolheu a segunda. Sabe por que?
– Porque paz, explicou o rei, não significa estar num lugar onde não há barulho ou problemas. Paz é um estado de espírito. É a capacidade de estar no meio disso tudo e ainda manter a calma do coração.

A verdadeira paz.

A Velha e o Saco

Um homem viajando de carroça oferece carona a uma senhora bem idosa que viajava à pé, carregando nas costas um pesado saco.

A mulher agradece imensamente o favor, sobe na carroça, mas, mantém o saco nas costas.

Então, o homem lhe diz: – Senhora, coloque o saco ali, naquele canto da carroça.

A mulher, não querendo incomodar, responde: – Moço, o senhor já está me ajudando tanto me dando carona, imagina seu eu vou abusar da sua bondade? Deixe que eu mesma levo o saco.

A Tartaruga Tagarela – Histórias Infantil

Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos.

Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.

Um dia, uma prolongada estiagem secou o lago e os dois patos resolveram se mudar.
– Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. – Levem-me com vocês, senão eu morro !
– Mas, como, se você não sabe voar?
– Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! implorou a tartaruga.

Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma ideia:
– Pensamos num jeito que deve dar certo, se você conseguir ficar quieta por um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas, cuidado, lembre-se de não falar! Se abrir a boca, você estará perdida.

E lá se foram eles. O tempo todo a tartaruga queria fazer algum comentário da viagem, mas, lembrava da sua delicada situação. Mas, quando passaram sobre a praça de uma aldeia, as pessoas olharam para cima e, muito espantadas, começaram a caçoar dos três amigos.
– Olhem que coisa esquisita, dois patos carregando uma tartaruga! (kkkk)

A tartaruga não aguentou a gozação e resolveu revidar o desaforo, mas, quando abriu o bico para xingar aquelas pessoas, caiu e se arrebentou em vários pedaços.

A Ratoeira – Ilustração para Sermão – Amor ao Próximo

Um rato olhou pelo buraco na parede e quando viu o que o fazendeiro e sua esposa tiraram de um pacote, ficou aterrorizado: era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
– Tem uma ratoeira na casa! Tem uma ratoeira na casa!!

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
– Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não volte a me incomodar por isso, por favor.

E o porco disse a ele:
– Desculpe-me, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

E a vaca o questionou:
– O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Não me amole.

Naquela noite ouviu-se o barulho do disparo da ratoeira. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha pego na cauda de uma cobra venenosa, tocou na serpente e esta a picou.

Ela foi medicada num hospital, mas voltou para casa com febre. O fazendeiro mandou matar a galinha e fazer uma canja para reanimar sua esposa.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher acabou morrendo e o fazendeiro não podendo arcar de imediato com as despesas do funeral, vendeu a vaca para um frigorífico da região.

MORAL DA HISTÓRIA
Nunca diga que um problema não é seu ou que não o afeta, pois quando há uma “ratoeira na casa” todos correm perigo.

Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
Efésios 2.4