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É Pecado um cristão ir em estádio de futebol? { Resposta ao Visitante }

Vocês devem ter reparado que no tempo em que vivemos raramente existe algum ídolo ou deuses ao qual os cristãos possam se curvar, logo, a pergunta que temos hoje é a seguinte: Não existe mais idolatria no mundo moderno? já que não existem mais “deuses” ao qual as pessoas possam reverenciar?

Com essa introdução, quero dar as boas vindas ao blog a todos e lembrar aos irmãos a pergunta em questão do nosso visitante:

Um Cristão pode ir em um estádio de futebol?

Provavelmente o irmão deve ser uma pessoa que gosta de “bater uma bolinha” aos finais de semana e talvez uma dos que sonharam em ser jogador de futebol. No brasil ainda mais, afinal, dizem que aqui é o pais do futebol.
Acontece que o irmão muitas vezes deve ter sido confrontado por outros ou talvez por si mesmo, alegando que é idolatria ver jogos de futebol e ir em estádios.

Para a gente analisar a idolatria tanto condenada por Deus na bíblia, vamos usar um dos primeiros casos de idolatria relatados na bíblia:

E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito. “(Êxodo 32:4)

Nesse texto o povo que pensavam que o seu líder tinha morrido ficou em desespero, assim resolveram fazer uma imagem e após isso, deram os créditos de Deus à imagem.

A base da idolatria está nessa ultima citação, nos tornamos idolatras quando atribuímos algo que pertence a Deus a algo ou alguém. É possível alguém ser idolatra ao se vangloriar de uma conquista sua, afinal, se Deus não permitir ninguém pode conquistar nada.

No caso do futebol, o problema não está no futebol, ir em estádios ou assistir jogos. O problema aqui é darmos a homens créditos acima do que eles merecem. Lembre-se eles podem ter batalhado sim e além disso um talento especial; Quem deu a eles o talento especial? ou além disso Quem permite que eles se movam?
Não existe um coração no mundo que se mova por sí só, todos dependem de Deus. Logo, todos devemos a Ele.

Assistir jogos pode não ser maior problema do que assistir cultos, onde as pessoas idolatram pregadores, pastores ou “apóstolos”. Em qualquer ambiente você pode errar e acabar admirando pessoas por feitos que elas devem a Deus.

Uma pessoa pode ser idolatra em uma igreja e fiel em um estádio de futebol. A Diferença esta no seu comportamento em relação as pessoas talentosas nesses ambientes.

 

abraços.
fica com Deus.

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A Carroça vazia, as pessoas vazias, a mente vazia.

Certa manhã, eu e meu pai estávamos transportando milho quando, de repente, ele estacionou a nossa carroça bem a par do mato, pois uma outra carroça vinha em nossa direção e a ruazinha de terra era tão estreita que as duas carroças não cabiam nela.

Ainda não havíamos visto a outra carroça, mas meu pai disse:
– A carroça que está vindo em nossa direção está vazia.

Talvez um sujeito da cidade não tivesse a menor ideia de como meu pai sabia disso mas eu sim, pois, por experiência própria, já tinha aprendido que carroça vazia faz muito mais barulho que carroça carregada.

Assim também são as pessoas quanto mais vazias elas estão mais barulho elas fazem, ou seja, falam mais coisas sem pensar.

Até o tolo, quando se cala,
é tido por sábio.
Provérbios 17.28

Carrinho de Mão – Ilustração –

cataratas do niagara

Conta-se que um homem esticou um cabo de aço sobre as Cataratas do Niágara, que ficam na divisa entre o Canadá e os Estados Unidos.

Em seguida, atravessou andando sobre o cabo de aço. Foi e voltou.

A multidão, extasiada, aplaudiu.

Aproximando-se de uma senhora que estava no meio do povo, aquele homem perguntou:
– A senhora acredita que eu consigo atravessar novamente?
– É claro! – respondeu a mulher.
– A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão?
– Sim, eu acredito.
– A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão com uma pessoa dentro?
– Tenho certeza que sim!
– Então – disse o homem – a senhora poderia, por favor, ajudar-me neste número, entrando no carrinho?
– De jeito nenhum!

Ela acreditava, mas não confiava. 

“Hoje estarás comigo no paraíso” (LUCAS 23:43) Qual o significado?

Bom dia pessoal, vamos hoje estudar um texto dos briguentos de plantão!  😎

Um grupo de cristãos fazem a interpretação que nesses texto Jesus estaria dizendo que o Ladrão da cruz estaria com ele naquele mesmo dia com ele no paraíso. Esta interpretação está incorreta e não leva em conta dois fatos importantes, como por exemplo: Jesus foi imediatamente após morrer para o “paraíso”? ou o que o texto original em grego diz?

Muito bem vamos ao texto:
“E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” Lucas 23:43

Agora vamos a escrita original dele no grego:
TEXTO GREGO

esse texto em português ficaria exatamente assim: EMVERDADETEDlGOHOJEESTARASCOMIGONOPARAISO.

O ponto principal nessa tradução é notar que as palavras não eram separadas e também não tinham acentuação, pois as palavras só começariam a ser separadas após 800 DC e a virgula somente no ano 900 DC.

Logo, a tradução incorreta desse texto deu um sentido que não pertence ao texto. Se você só acrescentar uma virgula o sentido seria completamente diferente. Veja:

“E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, estarás comigo no Paraíso.”

Até porque, Jesus não foi ao mesmo dia para o paraíso, a própria bíblia diz isso em:

“Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” João 20:17

Nessa situação, Jesus tinha se apresentado a Maria, Madalena e ela quis segura-lo.

Logo, aquele Ladrão, teve a confirmação do perdão de seus pecados naquele dia, mas não foi ao mesmo dia ao céu, essa é uma interpretação pobre do texto e a vontade de Deus é que nós estudemos a palavra dele profundamente descobrindo os segredos e verdades contidos nela.

 

Estudo sobre a Genealogia de Cristo {Resposta ao Visitante}

gesu_nazareth (1)

Bom dia pessoal, em resposta a uma pergunta da irmã Aline Freitas ao blog, vou fazer um estudo da genealogia de cristo.

Antes só quero fazer algumas pequenas considerações: O Estudo da genealogia de cristo é extremamente controverso no universo cristão e coloca em questão o nascimento virginal de cristo. No fim dessa postagem vou esclarecer sobre esse tema para quem tiver interesse.

A Bíblia tem dois textos onde contém a genealogia de Cristo: Lucas (3:23-38) e Mateus (1:1-17).

Resumidamente, como foi solicitado pela irmã:

Davi e Bateseba tiveram um filho chamado Natã que foi o gerador da Linhagem de José. Davi por sua vez descendia de Jacó e Abraão e olha de quem a bíblia diz que eles eram descendentes: Enoque; (Aquele que andou com Deus, não o filho de caim).

Logo, José era da linhagem de Enoque, Abraão, Jacó e Davi.

Agora vamos a linhagem de Jesus, grande parte dos cristãos que acreditam no nascimento virginal de Jesus, sabem que Jesus não era de fato filho de José, mas sim somente de Maria e do Espirito Santo.

 

A grande verdade é que o texto original grego de Lucas (3:23) não cita o nome de José duas vezes e também não é acentuado conforme o texto que lemos em nossas bíblias hoje.

Logo, é fácil interpretar que o texto a seguir relata a genealogia de Maria, não a de José, logo foi por meio do sangue dela que Jesus obteve sua descendência de Davi.

 

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Sobre a questão controversa do nascimento virginal de cristo:

Na Bíblia muitas vezes Jesus é citado como Filho de Davi, ou descendente de Davi, ou até mesmo em certas ocasiões o povo ficava citando que esse era o filho de José.

José era o descendente de Davi, e assumiu a Jesus como seu filho publicamente o apresentou no templo como o seu próprio primogênito, assim alguns pessoas acreditam que Jesus era filho da linhagem de José, pois no tempo dos Judeus acreditava-se que uma criança era fruto da combinação de uma mulher, um homem e o espirito santo.

Mas o fato mais importante a cita esta na própria bíblia.

Quero enfatizar o começo do texto:
[…] Ele era, conforme pensavam, filho de José, que era filho de Eli […] (Lucas 3:23)

repare no detalhe, “conforme pensavam” antes de tudo, logo, Jesus não era de fato descendente de Davi, ou seja, a bíblia não revela isso. As pessoas por acreditarem que ele era filho de José, atribuíam a ele a sua descendência.

As Calças Rasgadas dos Membros da Igreja

Duas esposas de pastor estavam sentadas, uma ao lado da outra, cada uma remendando a calça rasgada de seu marido.

Uma delas falou à amiga:

– Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele.

A outra respondeu:

– Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes.

Um pesado silêncio atingiu aquelas duas mulheres, que continuaram com os remendos, sem trocar mais nenhuma palavra.

Uma delas estava remendando os joelhos da calça de seu marido e a outra, a parte de trás.

Sem mim nada podeis fazer.
João 15.5

Um Botão de Rosa

É Dia dos Namorados. Um rapaz entra numa floricultura e pede:
– Por favor, senhor, providencie-me um bouquet de flores. O mais caro que o senhor tiver.
– E que tipo de flores você quer? – pergunta o florista.
– Qualquer tipo, só quero que seja algo que impressione uma mulher.
– Que tal um bouquet de rosas?
– Ótimo!
– Quer escolher as flores?
– Não, escolhe o senhor mesmo! O senhor tem mais prática.
– Está certo! Vai querer um cartãozinho também?
– Não, senhor, não tem necessidade. Vou entregar pessoalmente.
– Você é quem sabe, mas um cartãozinho sempre ajuda.
– Estou muito atarefado hoje… sem cabeça pra escrever, entende? E estou com pressa. Ainda preciso mandar lavar meu carro. Por favor, seja rápido.

Logo após este rapaz ter saído, entra um outro moço na loja. Olha aqui, olha alí, compara os preços, indeciso.
– Pois, não, moço. Em que posso ajudá-lo?
– Senhor, preciso muito comprar algo especial para uma moça mais especial ainda, mas tenho pouco dinheiro. O senhor tem alguma sugestão?
– Dê-lhe um botão de rosa. Eu faço uma embalagem bem bonita. Garanto-lhe que ela vai gostar!
– Boa idéia! Posso escolher a flor?
– Claro, amigo. Fique à vontade. Vai querer um cartãozinho também?
– Não sei se meu dinheiro dá…
– A gente dá um jeito, disse-lhe o florista, piscando para ele. – É sua namorada?
– Ainda não… mas, se Deus quiser, vai ser! Eu daria um braço por ela.
– Boa sorte!
– Obrigado.

Quando o rapaz foi embora, o florista ficou mentalmente comparando os dois jovens. Se ele tivesse uma filha, gostaria que ela encontrasse alguém como este último. Sujeito devotado.

Alguns dias depois, o primeiro rapaz volta à loja.
– Bom dia, senhor, lembra-se de mim?
– Claro que sim. Mais flores pra namorada?
– Praquela? Não.. que nada! É pra uma outra, aí.
– O quê houve com aquela?
– Ih… o senhor nem imagina… ela deu uma olhadinha no buquet que eu comprei aqui com o senhor e o devolveu pra mim na mesma hora. Fiquei tão bravo que o joguei no lixo… da casa dela!
– Mas, o quê houve, meu amigo?
– Sei lá, a única coisa que ela me disse foi que não podia aceitar minhas flores porque estava apaixonada por um botão de rosa. Dá pra entender?
– É coisa de mulher!
– É verdade! O senhor tem razão, é coisa de mulher.

A Bolsa de Água Quente

bolsa de água

Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do seu enorme esforço, ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos. Era muito complicado manter o bebê vivo, pois não tínhamos uma incubadora. Ainda que o orfanato estivesse na linha do equador, as noites eram frias, com aragens traiçoeiras. Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos a tais bebês e os panos de algodão para envolvê-lo. Uma outra foi acender o fogo para aquecer uma chaleira com água, para a bolsa de água quente, mas, sem demora, retornou desconsolada, pois a única bolsa disponível, havia rompido.

“Muito bem”, eu disse, “coloque o bebê em segurança o mais próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-lo das rufadas de vento frio. Precisamos manter o bebê aquecido”.

Na manhã seguinte, fui orar com as órfãs que se dispuseram a se reunir comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem despertá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê. Expliquei nossa dificuldade em manter o bebê aquecido, em função da única bolsa de água que havia estourado, e que o bebê poderia morrer de frio. Mencionei a irmãzinha de 2 anos, que não parava de chorar pela ausência da mãe.

Durante as orações, Ruth, uma das meninas de 10 anos, uma de nossas crianças africanas, orou: “ Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente para o bebê. Ah! Senhor, por favor, manda também uma boneca para confortar a irmãzinha dele.”

A fé daquela menina deixou a minha “fé” em apuros, pois eu sabia que único jeito de realizar esse pedido seria por encomenda à minha terra natal, via correio. Eu estou na África há quatro anos e jamais havia recebido uma encomenda postal de casa. De qualquer forma, se alguém enviasse algo, por que mandaria uma bolsa de água quente? (afinal, estávamos na linha do Equador)

À tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa. Corri, mas ao chegar em casa, o carro já havia partido, deixando um pacote de 11 kg na varanda.

Não quis abrir o pacote sozinha, e pedi que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Tudo foi feito com muito cuidado, para que nada fosse danificado. Os corações batiam forte. Os olhos acompanhavam arregaladamente cada ação. A camada de cima, era composta de roupas coloridas e cintilantes. O silêncio tomava conta, a medida que ia tirando as novidades. Havia ataduras, caixinhas de uva-passas, farinha, que daria um gostoso bolo no fim de semana.

Quando pus as mãos de novo na caixa, pasmem, uma bolsa de água quente, novinha em folha. Eu gritei! Eu não havia feito nenhuma encomenda neste sentido. Ruth, que estava perto, saltou e começou a gritar: “Se Deus mandou a bolsa, Ele também mandou a boneca.”

Enfiando as mãos na caixa, procurava pela boneca. E lá estava ela, maravilhosamente vestida. Ruth nunca duvidara. Olhando para mim, perguntou: “Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Jesus também a ama muito?”

“Sim, meu amor”.

Este pacote estivera a caminho por 5 meses. Foi uma iniciativa da minha ex-professora de escola bíblica, que atendeu a voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. Uma das meninas da turma decidiu mandar junto uma boneca, cinco meses antes! Em resposta a uma oração que uma outra menina ainda iria fazer, 5 meses depois.

A Boca de Criança

Certa vez um caminhão enorme ficou preso debaixo de uma ponte de pouca altura. Todo o tráfego ficou paralisado enquanto ele tentava desvencilhar-se dali, dando marcha ré ou forçando para frente. boca de criança

Guardas de trânsito e homens experientes também vieram para ajudar a resolver o problema, porém, quanto mais tentavam mover o veículo, mais preso ele ficava. Finalmente, todos decidiram que a única solução seria cortar parte do teto da carroceria e arrancá-lo de lá com um guincho, e foram buscar as ferramentas necessárias. boca de criança

Enquanto tudo isso acontecia, um garoto estava ali observando e tentando dizer algo para os homens. Eles apenas o empurravam para fora do caminho e até lhe disseram que fosse para casa e não atrapalhasse. boca de criança

Mas ele tinha uma boa ideia e gritou: “EI, PORQUE VOCÊS NÃO MURCHAM OS PNEUS?”

Os homens pararam e olharam para o alto da carroceria e depois para baixo, para os enormes pneus. Era a melhor solução. A mais simples.

Pela boca das crianças e dos recém nascidos instruíste os sábios e poderosos, silenciando os inimigos e maldosos, porque são adversários teus – Salmos 8.2

A Bicicletinha

Certa vez fui convidado para falar durante um banquete numa sexta-feira à noite. Ao chegar em casa para me preparar, de volta do seminário onde leciono, entrei com o carro na garagem e à luz do farol vi a bicicleta do meu filho Bob; havia dias que permanecia na garagem com o pneu traseiro completamente vazio.

Eu havia prometido consertá-lo, mas nunca encontrava tempo para fazê-lo. No dia seguinte, pela manhã, eu iria sair em viagem; por isso, ou o consertava agora ou o momento ideal nunca chegaria.

Chamei o Bob, pegamos a bicicleta e colocamos um remendo no pneu rasgado; a seguir, tomei um banho rápido, troquei de camisa e gravata e saí correndo para banquete.

Cheguei com apenas vinte minutos de atraso, mas o anfitrião já estava tendo úlceras.
– Por onde andava?! – perguntou ansioso.
– Perdoe-me o atraso, mas tive que consertarum pneu – eu disse com sinceridade.
– Achei que seu carro era novo!
– É sim. Era o pneu da bicicleta do meu filho.

Puff! O sujeito perdeu a calma! Não poupou palavras. Rasgou o verbo, irado, insinuando que eu estava desperdiçando o precioso tempo dele e dos convidados por causa de uma bicicletinha. Quando parou para tomar fôlego, perguntei calmo:
– Já lhe ocorreu alguma vez, meu amigo, que para mim é muito mais importante consertar a bicicleta do meu filho do que participar do seu banquete?

Não muito tempo depois deste incidente, eu e o Bob jogávamos bola num parque quando lhe perguntei:
– Diga-me a verdade, filho, você me ama?
– Te amo demais, pai! respondeu ele.
– Fico feliz em ouvi isto. Mas por que você me ama?
– Porque jogamos bola juntos e você conserta a minha bicicleta.