Archives for : fevereiro2016

O Pastor que se barbeou no púlpito

Cansado de ver seus sermões caírem no vazio, um pastor resolveu dar uma lição inesquecível aos seus ouvintes.

Num dos cultos semanais mais concorridos, ele subiu ao púlpito com seu aparelho de barbear, bacia, água, espuma, caneca, espelho e toalha. Nem sequer cumprimentou a igreja e, tranqüilamente, colocou água na bacia, testou a temperatura, ajeitou o espelho, pegou uma caneca, fez espuma, passou na cara, e começou a se barbear.

Gastou vários minutos nisso, que pareceram uma eternidade para os presentes.

Ao final, quando todos esperavam que o pastor fosse fazer um desfecho maravilhoso, fosse lhes apontar o “moral da história”, ele simplesmente enxugou o rosto com a toalha, encerrou o culto e despediu o povo de volta para as suas casas.

Aquela semana foi atípica. O povo comentou o fato todos os dias, tentado advinhar o significado de tudo aquilo: “-Que mensagem ele quer nos passar?”, “-Qual é o simbolismo espiritual da água, do sabão, do barbear-se?”

Dias depois, quando ele subiu novamente àquele púlpito, a igreja estava cheia. O pastor olhou para a congregação e disse-lhes:
– Sei que vocês querem saber o significado do que fiz aqui neste púlpito na semana passada. Bem, eu vou lhes dizer: não há significado algum! Nenhum simbolismo. Nenhum desfecho maravilhoso. Nenhuma mensagem. Nenhum “moral da história”.

– No entanto, se podemos tirar alguma lição disto tudo, é a seguinte: Há anos eu venho apresentando para vocês a mensagem bíblica, mas não tenho visto nenhuma mudança em suas vidas. Minhas mensagens têm caído no esquecimento, tão logo vocês saem do templo. Eu gostaria que vocês comentassem meus sermões durante a semana, do mesmo modo que se dispuseram a comentar o meu barbear nestes últimos dias, ou será que a minha barba é mais importante para vocês que a Palavra de Deus?

Compartilhar

Mosca num copo de leite – Ilustração para Sermão

um copo de leite

Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. Uma delas nadou valentemente até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, morreu afogada.

A outra, apesar de não ser tão forte era tenaz, e, por isto continuou a se debater por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca subiu, esperou suas asas secarem e levantou vôo, se salvando.

Tempos depois, a mesma mosca caiu novamente dentre de um copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria.

Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira, estendeu-lhe a mão, mas a mosca declinou. Já havia passado por isso e saíra sozinha. Não precisava de ajuda.

Debateu-se até à exaustão e nada de aparecer nódulos de manteiga, pois, desta vez o copo não era de leite, mas, de água.
Cada experiência deve ser encarada como única, nova, pois, raramente, as condições e circunstâncias se repetem exatamente do mesmo jeito.

Acreditar e Agir – Como seguir a vida em linha reta?

barco a remo

Um viajante caminhava às margens de um grande lago. Ao ver um canoeiro preparando-se para zarpar, puxou conversa com ele e descobriu que seus destinos eram o mesmo: a outra margem do lago.

Pediu uma carona, propondo-se a ser o remador. Entrou na canoa, pegou os remos de madeira e reparou que neles estavam esculpidas duas palavras: ACREDITAR e AGIR.

Ele nunca tinha remado antes, e rapidamente descobriu que não é tão fácil quanto parece. A canoa ficava navegando em círculos, ora para a esquerda, ora para a direita.

O dono da canoa, um idoso muito simpático, procurava não ser grosseiro, mas não podia conter o sorriso.

Por fim, já cansado, o viajante pede ajuda:
– Por favor, senhor, como é que eu faço para esta canoa ir só para frente?

O canoeiro respondeu:
– A resposta está nos remos. O Acreditar e o Agir têm que ser impulsionados ao mesmo tempo e com a mesma força.

Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os preceitos que eu vos ensino, para os observardes, a fim de que vivais, e entreis a possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá – Deuteronômio 4.1.

Ateus não Dizem “Graças a Deus”

Enquanto aconselhava um casal à beira da separação, após quase 30 anos de casamento, uma pastora viu-se numa situação muito curiosa.

Enquanto a esposa chorava copiosamente, sentada no sofá, o marido, ateu convicto, com as malas prontas para sair de casa, permaneceu em pé por quase duas horas e meia, ouvindo com desdém todos os conselhos que a serva de Deus dava ao casal.

Em dado momento, o Espírito Santo ordenou-lhe: “Diga a este homem que Eu sei o que ele está pensando”.

Ela obedeceu e fez o que Deus lhe ordenou. O ateu caiu na gargalhada e, com deboche, perguntou:
– E o que é que eu estou pensando?
– Você está pensando o seguinte: “Se essa mulher é tão boa para dar conselhos matrimoniais, por que não salvou seu próprio casamento? Onde está o seu marido?”

O homem tentou disfarçar o susto, mas ficou visivelmente constrangido e envergonhado.

E a serva de Deus respondeu aos seus questionamentos:
– Meu marido não está aqui comigo por que fez exatamente o que você está fazendo: Fugiu do compromisso. Foi egoísta. Acovardou-se. Não foi homem o bastante para enfrentar e resolver os problemas.

O ateu não disse mais nada, mas desfez as malas.

Alguns dias depois, num encontro de casais, ele se levantou e, com a voz embargada, ironizando a si mesmo, rindo, declarou:
– Eu sou ateu… “Graças a Deus”.

E todos os demais participantes do encontro, também rindo, replicaram em alta voz:
– Ateu não diz “Graças a Deus”.

A Simplicidade das Crianças nos ensina

Jesus sempre usou as crianças como exemplo de amor e simplicidade, além disso também alegou que aqueles que não tiverem a mesma humildade jamais entrarão no céu.

Assaltado Três Vezes

dois caminhos

Assaltado três vezes: Três amigos viajavam por uma estrada deserta quando se viram diante de uma encruzilhada. Sem nenhuma placa que lhes indicasse categoricamente qual das duas estrada deveriam seguir nem ninguém por perto para lhes dizer a direção a tomar, iniciaram uma calorosa discussão.

Um deles insistia que deviam pegar a estrada à esquerda. Os outros dois preferiam o outro caminho. Tentaram convencê-lo a irem os três juntos, primeiro à direita, depois à esquerda, caso estivessem errados, com os devidos pedidos de desculpas, é claro. Mas, não deu certo.

Buscaram, então, ganhá-lo pelo coração, lembrando-o que juntos iniciaram aquela jornada, que estavam perto do destino, e que nunca é uma boa idéia separar companheiros de viagem, pois dificilmente acabam se encontrando novamente.

No entanto, o teimoso mostrava-se irredutível, exigindo que o seguissem, senão, iria ficar ali mesmo, descansando, enquanto eles “quebravam a cara”, andando feito bobos. E os avisou que, quando eles voltassem, iria zombar bastante deles.

Após um longo período de discussão, acabaram se separando.

Nos primeiros instantes, após a separação, o teimoso sentia-se muito bem, firmado em suas convicções, mas, tão logo seus companheiros desapareceram lá longe na estrada, ele foi assaltado três vezes.

Primeiro, ele foi assaltado pela solidão. Uma solidão miserável e tão sem-graça, aparecida assim, do nada, sem ser convidada.

Depois, foi assaltado pelo arrependimento, pois sabia que não deveria ter-se separado de seus amigos. Fosse o que fosse, era melhor terem ficado juntos (apesar dele ainda não querer admitir isso).

Por fim, ele foi literalmente assaltado por dois sujeitos mal-encarados que passaram por ali e o obrigaram a lhes “dar” seus sapatos.