A Bomba d’água e a sua Corrente do Amor

Certo homem, perdido numa região desértica, prestes a morrer de sede, encontra uma cabana desabitada.

No quintal, uma bomba d’água, velha e enferrujada. Imediatamente ele começou a bombeá-la, mas a água não jorrou. Desapontado, sentou-se. Só então viu ao lado da bomba uma garrafa d’água, com um bilhete colado sobre rótulo: “Você precisa primeiro preparar a bomba com TODA a água desta garrafa, meu amigo. PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.”

A garrafa estava quase cheia e ele, de repente, se viu num dilema: Se bebesse a água “velha” e quente da garrafa talvez sobrevivesse, mas se a colocasse naquela bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, mas, talvez não.

Com relutância, despejou a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear, e a bomba começou a chiar, e nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!

Bebeu até se fartar. Encheu a garrafa novamente e acrescentou uma pequena nota ao bilhete: “Creia-me, funciona! Você precisa dar TODA a água antes de poder obtê-la de volta!”

 

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