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É errado um Cristão ouvir música do mundo? [música secular]

podemos ouvir musica do mundo?

Se existe um tema que causa uma tremenda guerra dentro das igrejas independente da religião é o da música, os diversos gostos musicais, as diferentes opiniões e as construções culturais de cada pessoa são os principais motivos dessas desavenças.

No tempo bíblico a música assim como a dança era usada principalmente para cerimonias religiosas, como cânticos de ações de graças e de poesia, essa não é mais a realidade de nosso tempo pois a música contemporânea é usada para diversos fins.

Toda música revela traços básicos da cultura ou subcultura em que foi criada, também os valores individuais do compositor e, em alguns casos,  o estilo de vida do seu autor. Isso tem sentido de que cada canção reflete um pensamento formado aos seus ouvintes. Essa visão pode ser expressa explicitamente por meio de uma letra clara ou, simplesmente, transmitida implicitamente às emoções dos ouvintes através da combinação dos sons.

Conflitos interiores, egocentrismo, sensualismo e mudança de valores morais são algumas das visões popularizadas por grande parte da música contemporânea. Já desde a mais nova idade, nossas crianças têm sido negligentemente encorajadas, em nome da popularidade, a substituir os valores morais do cristianismo tradicional pelo sensualismo de inúmeras canções populares, entoadas como melodias repetitivas e ritmos eletrizantes.

Então segue os itens de uma música moderna que devem ser rejeitados por um cristão: NÃO OUÇA A MÚSICA SE ELA TRANSMITIR:

Egocentrismo: O Cristão deve praticar a negação do Ego, não alimentar ele, cantando mundo a fora que é especial e que é diferente, por mais que as pessoas gostem de falar isso para sí mesmas e se sintam incentivadas, essas músicas são um canal pelo qual Satanás usa para propagar a adoração do EU.

Conflitos Interiores: Musicas que expressam sofrimento amoroso, dúvidas sobre a vida, conflitos psicológicos e ideológicos estão cada vez mais frequente, tornando a indecisão e a incerteza como algo normal. Veja que Deus não deseja indecisos. está na Bíblia:

O objetivo é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para o outro pelas ondas teológicas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela malícia de certas pessoas que induzem os incautos ao erro. (Efésios 4:14)

Sensualismo: O mundo mudou e a sexualidade foi banalizada e isso tudo está transmitido na música moderna, sua sexualidade está reservada ao seus parceiro(a).

Mudança de Valores Morais: Músicas que fazem apologias a uso de drogas, que incentivam a violência e o desrespeito dentre outras ideologias moralmente reprováveis devem passar longe do repertório do cristão.

Hoje é muito difícil encontrar uma música secular que não expresse essas características citadas. Por isso é mais fácil achar uma música apropriada dentro das músicas cristãs, entretanto, isso não significa que não existem músicas seculares que possuem ideias boas. Da mesma forma que Paulo usou exemplo de Gamaliel um filosofo grego e Jesus expressou um ditado indiano (camelo pelo fundo de uma agulha) podemos utilizar de qualquer fonte musical que tenha alguma ideia verdadeiramente virtuosa.

E lembre-se sempre do conselho de Paulo:

Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. (Filipenses 4:8)

 

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Deus aprova o Divórcio? Como entender a posição de Deus

Deus aprova o divorcio

Um dos piores problemas dos casais contemporâneos é a infelicidade e a consequente infidelidade no matrimônio. Sentindo-se incapazes de resolver seus problemas conjugais, várias pessoas têm escolhido o divórcio ou pela infidelidade. Isto se deve, principalmente, à propensão da vida moderna de encarar o amor como um mero sentimento egocêntrico (centralizado no próprio eu) ao contrário de adotar um princípio autruista e amável.

 

Deus Aprova o Divórcio?

Pontos Importantes a Serem Considerados:

Conforme está escrito na Bíblia, o matrimônio é um compromisso perpetuo e insolúvel: Veja:

“Assim já não são duas pessoas, mas uma só. Portanto, que ninguém separe o que Deus uniu”. (Mat 19:6)

Da mesma forma que quando é cortada a carne de um ser vivo ele morre, quando uma união que resultou em uma só carne é cortada o espírito do casal é morto.

Comparem que no mesmo texto, os fariseus tentam citar que o divorcio foi permitido por Moisés. E Jesus novamente defende o matrimônio:

“Jesus respondeu: _Moisés deu essa permissão por causa da dureza do coração de vocês; mas no princípio da criação não era assim.“(Mat 19:8)

Ou seja, é verdade que o divorcio tinha sido permitido, mas somente porque o coração do ser humano é duro, não sabe perdoar, não sabe conviver em comunidade e ser feliz, deste modo, para que não vivessem em completa infelicidade foi “permitido” que se divorciassem em casos de infidelidade apenas.

O Divorcio só foi permitido nos casos de morte do cônjuge ou adultério: Leia:

Aos solteiros e às viúvas eu digo que seria melhor para eles ficarem sem casar, como eu. Mas, se vocês não podem dominar o desejo sexual, então casem, pois é melhor casar do que ficar queimando de desejo. (I Cor 7: 8 e 9)

Qualquer envolvimento sexual extraconjugal é reprovado pelo sétimo mandamento do Senhor, que decreta: “Não adulterarás” (Êx 20:14; ver também Mt 5:27-32). João Batista foi inequívoco e categórico em sua reprovação ao caso extraconjugal de Herodes Antipas com sua cunhada Herodias (ver Mt 14:1-12; Mc 6:14-29; Lc 3:18-20). É importante salientar também não foi dada a opção a Herodes de trocar de esposa.

A concepção bíblica é que o casal se tornam, através do matrimônio, “uma só carne” (Gn 2:24) e que esta combinação não pode ser dissolvida por vontade humana (ver Mt 19:6). Paulo propõe em I Coríntios 7:10 e 11 que os casados não devem se separar. Se todavia eles acabarem se separando, que procurem, em espírito cristão, se reconciliar. Caso essa conciliação não seja mais viável, que conservem-se então sozinhos. Fica transparente, então, que não é a mera conquista de um divórcio legal que desfaz os laços vitalícios do casamento.

A absoluta maioria das separações conjugais geram em seus cônjuges um sentimento de derrota e frustração pela inaptidão de superar os problemas. Alguns dos casais que argumentam dispor pleno direito de se divorciarem esquecem que, com essa atitude, estão tolhendo o direito de seus filhos de terem uma família bem estruturada. Bom seria se todos os casais infelizes no matrimônio lessem, antes de qualquer decisão extrema, os conselhos bíblicos encontrados em Provérbios 15:1, Mateus 5:38-48 e I Coríntios 13.

 

acesse: http://biblia.com.br/

Por que Paulo aconselha que as mulheres fiquem caladas?

A passagem encontrada em (1 Coríntios 14:34 e 35) é uma das mais complexas e mal interpretadas entre as passagens conhecidas. O terror das feministas agnósticas ou o álibi dos machistas fundamentalistas. Vamos estudar e entender pelo CONTEXTO o que estava acontecendo nessa passagem e PRINCIPALMENTE em Corinto;

“A igreja de Corinto era composta de conversos de origem judaica e grega (Atos 18:4). Nos serviços religiosos das sinagogas da época, as mulheres judias assumiam uma atitude passiva, permanecendo separadas dos homens e comportando-se com decoro e discrição. Já o paganismo grego de Corinto estimulava uma participação litúrgica feminina proverbialmente irreverente e imoral. Alusões são encontradas a cerca de mil prostitutas cultuais que atuavam no templo dedicado à Afrodite (deusa do amor), na Acrópole daquela cidade.”

Logo, como era costume as mulheres de corinto se comportarem irreverentemente nos templos é bem provável que Paulo estivesse orientando as mesmas a não se comportar dessa maneira, ao contrário serem passivas.

O conselho de Paulo em 1 Coríntios 14:34 e 35 pode ter sido motivado pela manifestação de resquícios de irreverência litúrgica entre as mulheres que aceitaram o cristianismo, provenientes do paganismo. Endossando essa posição, Jack J. Blanco parafraseou interpretativamente esse texto, em sua The Clear Word, da seguinte forma: “Como em nossas sinagogas, as mulheres que freqüentam a igreja não deveriam falar em voz alta e comportar-se de maneira repreensível, como fazem nos templos pagãos, mas permanecer em silêncio e prestar atenção, como a lei ordena, de modo a não ofender os crentes judeus. Se vossas mulheres não conseguem entender o que está sendo ensinado, não deveriam interromper o pregador, mas esperar até chegarem em casa e perguntarem a seus maridos. Embora as mulheres pagãs falem em voz alta e interrompam os outros nos lugares de culto, é desonroso a uma mulher cristã comportar-se dessa maneira.”

Não se pode descartar a possibilidade de que Paulo, no texto em discussão, estivesse também restringindo o ensino religioso público às pessoas do sexo masculino. Mesmo sancionado à mulher o direito de orar e profetizar (ver 1 Coríntios 11:5), Paulo era incisivo em não permitir que a mulher ensinasse publicamente: “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio” (1 Timóteo 2:11 e 12; ver também Efésios 5:22-24). Essa atitude do apóstolo, de aparente discriminação da mulher, tem sido entendida por muitos comentaristas como uma manifestação de respeito para com a cultura religiosa judaica da época (ver 1 Coríntios 9:20; 1 Tessalonicenses 5:22), não podendo ser considerada como universalmente normativa. Mesmo sem que lhes seja permitido o exercício das funções ministeriais, as mulheres têm participado ativamente nos cultos públicos cristãos em culturas que o permitem.

 

Fonte: Revista Finais dos Tempos, 1999

A Experiência de Saul e a Pitonisa Prova uma Experiência Pós Morte?

O relato de I Samuel 28:7-25 tem levado muitos a citarem esta experiência como uma prova do estado de consciência na morte.
Os versículos que narram a história do rei Saul e a pitonisa aparecem sem nenhum comentário. Esta narrativa é verdadeiramente dramática e o autor inspirado não detém a seqüência da ação para uma exposição doutrinária. É necessário portanto, conhecer todo o contexto e as circunstancias que envolveram o incidente, bem como todas as verdades dadas em outras partes da Bíblia, para compreender se o pleno significado da história desta sessão espírita.
Antes de mais nada, devemos ter em mente que o rei Saul era homem perdido, a quem Deus rejeitara e de quem o Espírito Santo se retirara. II Sam. 13:11-14; 15:13-35; 16:14). Havia ele cometido o pecado imperdoável de persistir na justificação própria e desobediência até que Deus cessou inteiramente de comunicar-se com ele, deixando-o ao inteiro domínio de Satanás. (I Sam. 28:6). Foi depois de haver chegado a este ponto que Saul teve a sua experiência com a pitonisa de En-Dor. As ações de um homem perdido, inteiramente sob o controle de Satanás, são fonte paupérrima de prova para a verdade. Elas só podem constituir uma fonte dos enganos de Satanás.
Examinemos a seguir o contexto dos atos de Saul na consulta à pitonisa. Os filisteus tinham invadido a terra de Israel, e Saul estava acovardado. Estava grandemente necessitado do auxílio de Deus, que lhe recusou resposta por qualquer dos meios que Ele próprio estabelecera para revelar-se a Seu povo. (I Sam. 28:6). Os três meios menciona dos neste verso foram vedados a Saul porquanto era homem perdido.
O significado da afirmação encontrada em I Sam. 28:6 é, que nenhuma comunicação sobrenatural que Saul subseqüentemente pudesse receber seria de Deus, mas sim do diabo. Evidentemente Saul sentiu isto, pois foi à procura de outra fonte que não a de Deus. “Então disse Saul aos seus servos: Apontai-me uma mulher que seja médium”. Outras traduções dizem: que tenha o espírito de feiticeira. (28:7). Pela lógica das circunstâncias) essa mulher só poderia ser uma fonte de informações satânicas, e coisa alguma na entrevista em questão nos autoriza a tomá-la como verdade de Deus.
Examinemos os pormenores da experiência em si. Saul teve alguma dificuldade em encontrar uma pessoa que estivesse em comunicação com os espíritos, porque Deus havia proibido tais agentes de Satanás entre Seu povo. Ao estabelecer a nação de Israel numa terra expurgada da idolatria, Ele proibiu, sob pena de morte, toda comunicação com os espíritos (Êxodo 22:18); Deut, 18:9-14). Esta é mais uma razão para não aceitarmos nada nesta entrevista como sendo verdade ou evidência de alguma doutrina verdadeira. Sua fonte é uma “abominação” para Deus.
Tudo nesta entrevista está mesclado de falsidade. “Saul se disfarçou”. v. 8. Ele enganou a mulher com sua identidade. v. 12. É esta a maneira de revelar-nos Deus a verdade – pela mentira e por um processo que Ele chamara “abominação”?
Saul pediu à mulher que fizesse “subir a Samuel”. Por que não “descer” se Samuel estava no Céu? Parece que a mulher foi a única pessoa que viu a aparição, pois Saul pediu que ela lha descrevesse (vs. 13 e 14).

Sua descrição convenceu a Saul de que o espírito era Samuel; mas isso não prova de maneira alguma que de fato fosse Samuel. Apenas prova que houve materialização sobrenatural de algo que se assemelhava a Samuel. Uma vez que Satanás tem o poder de personalizar-se para executar seus maus propósitos (II Cor. 11:13-15), nada do que essa aparição disse, fez ou procurou parecer, prova por si mesmo ser Samuel. Tal prova haveria de ser inteiramente objetiva, isto é, fora das declarações da aparição em si mesma.
O espírito que apareceu era real, pois a própria mulher estava aterrorizada (vs. 12 e 13). Se tal aparição fosse de um anjo, ou o espírito de um santo de Deus vindo do Céu, teria produzido conforto e paz, em vez de temor. As palavras do espírito a Saul foram impertinentes e mal-humoradas (v. 15) indignas de um santo glorificado ou de um anjo bom. Além disso, o diálogo entre Saul e o espírito, indicam claramente que ambos sabiam que Saul estava buscando uma fonte de informação não divina ou celestial. Os versos 17 e 18 estão em harmonia com o malicioso espírito de Satanás; ele sempre atormenta aqueles aos quais engana e leva ao pecado. Nada há em toda esta conversação que lembre Samuel ou qualquer indício do Espírito de Deus, muito embora o espírito declarasse ser Samuel.
O clímax do aspecto satânico das palavras do espírito é encontrado no verso 19. O espírito simplesmente não poderia manter-se mascarado até ao fim. Samuel, sem dúvida, se as almas mortas estão conscientes, foi imediatamente para o Céu após sua morte. A Bíblia afirma que ele havia morrido e sido sepultado (v. 3). Mas o espírito de Saul, levando-se em conta repetidas afirmações de que ele era homem perdido, inteiramente rejeitado por Deus, não poderia ir para o mesmo bem-aventurado lugar de habitação que o espírito de Samuel. Entretanto esse espírito diz que Saul e seus filhos estariam com ele – onde quer que ele fosse! Saul subentendeu por essas palavras o significado de sua morte. Ou esse espírito não era Samuel ou este mentiu ao dizer que Saul iria para o Céu quando morresse – ou as duas coisas são mentira. Se o espírito fosse de fato Samuel, não mentiria, mas o espírito mentiu em dois pontos: nem é verdade que o espírito de Saul tenha ido para o Céu, nem seria no dia seguinte, mas vários dias mais tarde, quando Saul morreu. Saul ter-se-ia mostrado feliz se tivesse entendido pelas palavras do espírito que iria para o Céu. Em vez disso, porém, sabendo-se homem perdido por comunicar-se com o espírito de Satanás, as palavras ameaçadoras do arquiinimigo levaram-no a tentar o suicídio nessa noite (versos 20-23) e executar esse propósito vários dias mais tarde (I Sam. 31:3-6).
Nada há nessa entrevista que não seja engano, mentira e perversidade. É parte do grosseiro piano de Satanás infligir um último engano à vítima já levada à destruição.
Para que crêssemos ser este espírito a alma desencarnada de Samuel, precisaríamos de testemunho mais objetivo do que a declaração da pretensa materialização e a febril imaginação do médium e de Saul. lias a evidência objetiva é toda para o outro lado. Antes deste evento, temos as repetidas afirmações de que consultas desta natureza eram abominação para Deus, por serem comunicações com falsos deuses, ou demônios. Depois do acontecimento, temos a afirmação de que por esse pecado culminante Saul perdeu a vida e a salvação (I Crôn. 10:13-14). E temos as afirmações reiteradas da Bíblia de que “os mortos não sabem coisa nenhuma”, não voltam, e dormem na sepultura até que Deus os chame no dia da ressurreição. (Ecles. 9:5, 6 e 10; Jó 14:10; 12-15, 20, 21 e 22; 17:13; Sal. 146:4; 6:5, e outros passos).

 

FONTE: Resposta dada pelo Pregador Adventista, novembro-dezembro de 1953, págs. 23 e 24, a uma consulta.

Pedro Apolinário, Leia e Compreenda a Bíblia.

Colossenses 2:16 e 17 Diz para não guardar o sábado?

Quando se é adventista do sétimo dia e guarda-se o sábado um dos textos mais usados pelas outras denominações para refutar a guarda do Sábado é o encontrado em Colossenses 2:16 e 17.Que contém o seguinte texto:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados [grego sabbátōn], porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.”

A Maioria das pessoas que vão interpretar esse texto sugerem que ela faz um progressão de dia/mês/ano, mas muitos comentaristas também podem ver claramente que é possível que Paulo tenha usado um Paralelismo, ANO/MÊS/ANO. Paralelismo muito comum no passado. E o mais importante é lembrar que Colossenses trata não com dias em si, mas trata-se em cerimônias.

É possível também achar no antigo testamento oito expressões idênticas a de Paulo que fazem o paralelo ANO/MÊS/SÁBADO

(veja Nm 28-29; 1Cr 23:29-31; 2Cr 2:4; 8:12, 13; 31:3; Ne 10:33; Ez 45:13-17; 46:1-15; Os 2:11). Mas um estudo exegético, linguístico, estrutural, sintático e intertextual de Colossenses 2:16 com esses textos, desenvolvido por Ron du Preez, constatou que o verdadeiro antecedente dessa expressão está em Oséias 2:11, que diz: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades”. Enquanto os dias de “festa” (hebraico hag; grego heortē) dizem respeito às “três festas de peregrinação da Páscoa, do Pentecostes e dos Tabernáculos”, os “sábados” (hebraico sǎbbāt; grego sábbata) se referem às três celebrações adicionais das Trombetas, da Expiação e dos Anos Sabáticos. – Ron du Preez, Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16 (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2008), p. 47-94. A tentativa de associar os “sábados” de Colossenses 2:16 com o sábado semanal parece não endossada nem pelo contexto anterior e nem pelo posterior dessa passagem.

No versículo 17 fala que esses “sábados” seriam sobras do que haveria de vir (morte expiatória de cristo) logo, está mais que claro de que esse texto fala da “festa da libertação” que acontecia de sete em sete anos, portanto, os Sábados Solenes e não Sábados semanais.

O Cristão pode fazer Tatuagem? – A Tatuagem na Bíblia

a tatuagem na bíblia

Bom dia Povo de Deus! hoje vou abordar um tema de conflito entre alguns cristãos, a Tatuagem na bíblia, ou melhor, a tatuagem no conceito cristão.

Com o passar do tempo a Tatuagem tanto definitiva quanto as versões temporárias tem tornado-se cada vez mais frequentes, o que no passado era considerado um sinal de rebeldia hoje já não expressa tão claramente a visão rebelde.

Com a popularidade da Tatuagem no mundo e o cristão vivendo no mundo parece que ficou inevitável que isso virasse tema dentro do mundo cristão e pior que isso, virou tema de discórdia no cristianismo.

A Pessoas que dizem não ser correto o uso de tatuagem, tem como base essa passagem bíblia:

Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor. (Levíticos 19:28)

Usando o principio básico da interpretação onde se deve levar em conta o contexto e a linguagem original, esse texto NÃO serve como uma proibição ao uso de tatuagens e vou explicar a razão de maneira simplificada.

1º O Texto acima se referia a um ritual pagão de velório, onde as pessoas marcavam o seu corpo em sinal de TRISTEZA.

2º A Palavra original hebraica usada aqui não está plenamente relacionada a marcas com tinta no corpo, é uma palavra que é usada também para “INCISÃO” porque se referia a uma marca feita no corpo por meio de cortes e perfurações.

EBA! então quer dizer que ta liberado na bíblia eu tatuar o meu corpo?!?

Não! isso que expliquei acima, quer dizer que o texto usado por evangélicos não é válido para proibir a tatuagem.

Porém, o estilo de vida Adventista é incompatível com a Tatuagem; É sabido por todos que os adventistas tem um estilo de vida voltado a manter o corpo saudável, livre de impurezas e em plena faculdades mentais e físicas.

O que ninguém nunca procurou saber na hora de fazer uma tatuagem é se é saudável penetrar tinta em seu organismo e qual a composição das tintas. Vou deixar no final da postagem o link para alguns estudos científicos para quem quiser se aprofundar no assunto.

Primeiro, todas as tintas, eu repito, TODAS as tintas contém metais em suas composições e em um estudo na europa foi constatado que parte desses metais são cancerígenos. Quando se é adventista e a preocupação com saúde aumenta, aprendemos importância de começar a tirar metais da alimentação, fazendo nosso próprio pão e se abstendo de alimentos industrializado. Se você segue tudo isso e faz tatuagem está perdendo o seu tempo.

É claro que um tatuador vai falar que as tintas passam pela aprovação da avisa e bla bla bla. Mas não se esqueça que a anvisa aprova diversos outros alimentos industrializados que destroem nosso organismo.

Segundo, esse estudo, ao analisarem a pele de 20 pessoas, 18 dessas pessoas apresentaram doenças de pele.

Alem disso um outro estudo a respeito de uma bactéria resistente a antibióticos “Staphylococcus aureus” mostrou que ela está fortemente associada a pessoas tatuadas.

concluindo, se você pesquisar nos repositórios de artigos científicos, encontrará muitos artigos que relatam as doenças associadas a tatuagem. Logo, um cristão que pretende ter o seu corpo como templo do espirito santo, NÃO DEVE se tatuar.

 

Artigos Interessantes:
http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/tatuagens-perigos-que-a-tinta-pode-esconder/
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1205114

Se Deus é bom, por que sofremos?

por que sofremos?

A Dúvida mais “clichê” de todo o ser humano ao passar das gerações! Alguns filósofos usam a dor, o sofrimento e o mal para refutar a existência ou a bondade de Deus. Mas será que a BÍBLIA tem alguma resposta para essa questão milenar?

Sob um sol escaldante e um clima tenso estão um conjunto de soldados alinhados e em ordem, porém o propósito deles não é a guerra e sim o luto. Eles estão em uma cerimônia fúnebre de um colega de batalha, um herói de guerra que passou anos no Afeganistão sob fogo pesado e sobreviveu a guerra no Afeganistão, exatamente! não foi a guerra que o matou!
após voltar para casa esse jovem soldado foi atropelado por um motorista embriagado.
Sobreviveu anos na guerra, porém foi morto em poucos dias em uma teórica “paz” do centro urbano.

Dentre todos os pensamentos existentes em suas mentes o mais constante era:”A vida não é justa

Como entender a posição de Deus na situação citada acima? para isso vamos abrir a bíblia no texto:

Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo;
Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio.
E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio?
E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?
Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele.
Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.
Mateus 13:24-30

Veja nessa passagem bíblica que o homem aqui representa Deus, que plantou coisas BOAS na terra, porém veja só, inimigos plantaram coisas ruins.

Assim, o sofrimento, a dor e o mal não foram plantados por Deus e sim plantados pelo inimigos de Deus. Aquele jovem soldado não foi atropelado por algo feito por Deus, e sim por um construção humana, dirigida por um humano que deu lugar as más sementes.

E nessa passagem tem uma grande promessa: Chegará o dia em que Deus vai separar as coisas boas da más, as pessoas boas, das pessoas más.

“Se Deus fez criaturas livres, e se é bom ser livre, então a origem do mal está no uso indevido da liberdade” (Norman Geisler)

“Eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel: como pois te tornaste para Mim uma planta degenerada, de vide estranha?” Jeremias 2:21

Uma história de amor, Correio Elegante – Ilustração para Sermões

Depois de um bom tempo sem se verem, duas grandes amigas se reencontram e começam a colocar a conversa em dia.

– Você casou, amiga? Que legal! Fale-me do seu marido, onde vocês se conheceram?
– Ah! Nem te conto, amiga. Foi até engraçado, respondeu a outra. Depois que nos mudamos, conheci um monte de gente nova, entre elas, um rapaz muito bonito, militar, porte atlético… tudo de bom.

– Começamos a namorar, mas, logo ele foi transferido para bem longe. Isso nos fez sofrer muito, mas ele partiu prometendo solenemente escrever-me todos os dias. E, por longo tempo, ele cumpriu com fidelidade o prometido.

– Todas as manhãs eu esperava o carteiro lá no portão, que já até sabia meu nome: “Bom dia, dona Juliana, mais uma cartinha para a senhorita!”

– Mas, com o tempo as cartas foram diminuindo, diminuindo e se tornando cada vez mais frias e rotineiras. Eu ficava tão triste que até o carteiro percebia e tentava me consolar: “Não fique triste dona Juliana, no fim tudo vai dar certo”.

– Até que um dia ele mandou uma carta terminando o nosso namoro. Ponto final!

A amiga não entendeu muito bem:
– Sim, e daí? Ele se arrependeu? Voltou de joelhos? Apareceu de repente com uma aliança? Conte amiga!

– Não, nada disso. Eu acabei me apaixonando pelo carteiro. Sempre tão simpático, tão atencioso, tão carinhoso. Já estamos casados há 5 anos e eu não me canso de agradecer a Deus por tê-lo colocado em meu caminho.

Inferno não existe! Estudo da Palavra Inferno na Bíblia

Quando você acredita em um tormento eterno que fica embaixo da terra, sinto lhe dizer que você é mais pagão do que cristão. Pois no original em momento algum a bíblia fala que o pecador condenado vai viver em tormento.

As passagens que os “pretensos cristãos” usam como apoio sofreram uma tradução inadequada dando assim um sentido pagão no versículo.

A ideia de um lugar debaixo da Terra para tormento dos maus nasceu da mitologia romana (basta ler a Eneida de Virgílio para nos cientificarmos desta realidade), daí a origem da palavra inferno – do latim inferi, inferior, que vai para baixo.

Usaram essa palavra para traduzir alguns palavras encontradas na bíblia: o hebaico “sheol” e dos gregos “Hades”, “Geena” e “Tártaro”.

O Hebraico Sheol: Era o lugar para onde iam os mortos e era sinônimo de silêncio, descanso e sepultura. Nunca houve em hebraico um lugar suplicio dos mortos. É o termo mais comum na bíblia, aparece 62 vezes. É uma palavra dificil de ser traduzida em nossa língua por isso muitas vezes ela fica em seu original.

A Passagem Gen 42:38 usa a palavra Sheol, tente colocar a palavra inferno nela e veja se faz sentido.

 

O Grego Hades: Essa palavra foi impregnada por conceitos pagãos dos gregos, de forma que no novo testamento muitos dos escritores evitavam usa-la, como Paulo que costumava usar a palavra Yanate (morte). Mas a tradução literal dela é a apenas “Um lugar onde não podem ver” ou “Um lugar onde não pode-se ver”.

De acordo com a Bíblia todos os que morrem, quer sejam bons, quer sejam maus descem á sepultura, ao lugar do esquecimento e ali esperam até o dia da ressurreição quando então receberão a recompensa. Apoc. 22:14.

Muitas das traduções modernas da Bíblia, mais fiéis aos originais hebraico e grego, preferem manter estas palavras transliteradas, por expressarem melhor o que elas significam.

Vamos ver um exemplo entre traduções antigas e novas:

Na ACRF – Mateus 16:18 Diz: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” (Mateus 16:18)

Na NTLH -“Portanto, eu lhe digo: você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la.”

Outro exemplo:

Mateus 11:23:

NVI – “E você, Cafarnaum: será elevada até o céu? Não, você descerá até ao Hades! Se os milagres que em você foram realizados tivessem sido realizados em Sodoma, ela teria permanecido até hoje.”

ACRF – “E tu, Cafarnaum, que te ergues até ao céu, serás abatida até ao inferno; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.” (Mateus 11:23)
As palavras sheol em hebraico e hades em grego eram usadas para sepultura, não trazendo nenhum sentido de sofrimento e castigo eterno.
Geena apenas figurativamente foi usada por Jesus como um símbolo das chamas destruidoras dos últimos dias por causa do envolvimento da palavra nos acontecimentos anteriormente descritos.

Como estudar a Bíblia Sozinho – Dicas para uma interpretação correta

Bom dia Pessoal! Boa Segunda Feira a todos!

Conta-se a história que um rapaz muito apaixonado resolveu escrever um livro para contar a história de seu amor por sua namorada, o livro dele no final não fez muito sucesso, poucas pessoas compraram e nem todas leram ele, mas para uma pessoa tinha esse livro como o seu livro predileto: Sua amada namorada. Quando perguntavam a ela porque ela gostava tanto do livro, ela respondia: Porque eu amo o Autor do livro.

A Bíblia de igual modo é uma carta de amor escrita ao amor da vida de Deus pelo qual ele deu a vida do seu próprio filho. E nós cristão se amarmos o autor, temos que ter a Bíblia como o nosso livro preferido.

As pessoas por vezes começam a estudar a bíblia e não terminam por diversos motivos diferentes, algumas não tiram tempo para estuda-la, porém é importante entendermos a necessidade de ler a declaração de amor de Deus por nós para lembrarmos que não estamos só.

Vou Reunir algumas dicas para o estudo da bíblica.

1º Tenha humildade:

Muitas vezes as pessoas começam a ler a bíblia para provar algo que pensam ou para encontrar passagens que apoiem as suas doutrinas ou as doutrinas de suas instituições. Esse é um erro grotesco.
Antes de ler a bíblia, tenha consciência de que é um livro feito por uma inspiração superior a você;

Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.
Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. (Isaías 55:8,9)

2º Procure Deus em cada versículo.

As pessoas começam a leitura da bíblia e quando chegam nas genealogias ou nos conflitos de reis começam a questionar as vezes o motivo daquilo estar sendo registrado na carta de amor de Deus. Quando for ler qualquer versículo procure entender onde Deus estava naquele momento. No conflito dos Reis por exemplo, Deus estava abençoando os Reis que seguiam os seus ensinos e castigando para tentar recuperar os maus reis.

3º Considere o Tempo em que foi escrito:

Muita gente não considera isso, mas isso é primordial. Muitos conselhos dentro da bíblia eram úteis para o tempo em que a carta foi escrita. Paulo por exemplo aconselha os escravos a serem obedientes e as mulheres a ficarem caladas na igreja, esses conselhos só serviam na sociedade dele onde esses atos podiam causar grande danos ao escravo ou a mulher.

4º Não seja dogmático;

Não assuma suas verdades como verdades bíblicas, as vezes o erro de interpretação é querer que o seu pensamento pessoal seja o expresso na bíblia.

5º Deixe a Bíblia interpretar a si mesma.

A bíblia é muito completa, as vezes você encontrará um versículo complicado, quando isso acontecer, guarde o mesmo e continue a ler a bíblia, provavelmente você encontrará a resposta nela mesma.