Deus aprova o Divórcio? Como entender a posição de Deus

Deus aprova o divorcio

Um dos piores problemas dos casais contemporâneos é a infelicidade e a consequente infidelidade no matrimônio. Sentindo-se incapazes de resolver seus problemas conjugais, várias pessoas têm escolhido o divórcio ou pela infidelidade. Isto se deve, principalmente, à propensão da vida moderna de encarar o amor como um mero sentimento egocêntrico (centralizado no próprio eu) ao contrário de adotar um princípio autruista e amável.

 

Deus Aprova o Divórcio?

Pontos Importantes a Serem Considerados:

Conforme está escrito na Bíblia, o matrimônio é um compromisso perpetuo e insolúvel: Veja:

“Assim já não são duas pessoas, mas uma só. Portanto, que ninguém separe o que Deus uniu”. (Mat 19:6)

Da mesma forma que quando é cortada a carne de um ser vivo ele morre, quando uma união que resultou em uma só carne é cortada o espírito do casal é morto.

Comparem que no mesmo texto, os fariseus tentam citar que o divorcio foi permitido por Moisés. E Jesus novamente defende o matrimônio:

“Jesus respondeu: _Moisés deu essa permissão por causa da dureza do coração de vocês; mas no princípio da criação não era assim.“(Mat 19:8)

Ou seja, é verdade que o divorcio tinha sido permitido, mas somente porque o coração do ser humano é duro, não sabe perdoar, não sabe conviver em comunidade e ser feliz, deste modo, para que não vivessem em completa infelicidade foi “permitido” que se divorciassem em casos de infidelidade apenas.

O Divorcio só foi permitido nos casos de morte do cônjuge ou adultério: Leia:

Aos solteiros e às viúvas eu digo que seria melhor para eles ficarem sem casar, como eu. Mas, se vocês não podem dominar o desejo sexual, então casem, pois é melhor casar do que ficar queimando de desejo. (I Cor 7: 8 e 9)

Qualquer envolvimento sexual extraconjugal é reprovado pelo sétimo mandamento do Senhor, que decreta: “Não adulterarás” (Êx 20:14; ver também Mt 5:27-32). João Batista foi inequívoco e categórico em sua reprovação ao caso extraconjugal de Herodes Antipas com sua cunhada Herodias (ver Mt 14:1-12; Mc 6:14-29; Lc 3:18-20). É importante salientar também não foi dada a opção a Herodes de trocar de esposa.

A concepção bíblica é que o casal se tornam, através do matrimônio, “uma só carne” (Gn 2:24) e que esta combinação não pode ser dissolvida por vontade humana (ver Mt 19:6). Paulo propõe em I Coríntios 7:10 e 11 que os casados não devem se separar. Se todavia eles acabarem se separando, que procurem, em espírito cristão, se reconciliar. Caso essa conciliação não seja mais viável, que conservem-se então sozinhos. Fica transparente, então, que não é a mera conquista de um divórcio legal que desfaz os laços vitalícios do casamento.

A absoluta maioria das separações conjugais geram em seus cônjuges um sentimento de derrota e frustração pela inaptidão de superar os problemas. Alguns dos casais que argumentam dispor pleno direito de se divorciarem esquecem que, com essa atitude, estão tolhendo o direito de seus filhos de terem uma família bem estruturada. Bom seria se todos os casais infelizes no matrimônio lessem, antes de qualquer decisão extrema, os conselhos bíblicos encontrados em Provérbios 15:1, Mateus 5:38-48 e I Coríntios 13.

 

acesse: http://biblia.com.br/

Compartilhar

Comentários encerrados.