Deixai vir a mim… [Esboço de Pregação do Dia das Crianças]

Introdução:
1. Para muitas pessoas, crianças são apenas crianças, e constituem um estorvo ou embaraço que deve ser afastado do caminho…
2. Mas nosso Senhor, quando esteve na terra, não teve maiores favoritos do que as crianças…
3. Ele as colocava no meio do circulo que O seguia…
4. Impunha-lhes as mãos…
5. Com terno amor e carinho abençoava cada uma delas…
6. Gentilmente convidava-as para estarem em Sua santa presença…
7. Chamava-as para junto de Si…
8. Abraçava-as com grande amor e ternura…
9. Para Jesus, as crianças eram e ainda são, os cordeirinhos do rebanho…

I. LEIAMOS TODOS JUNTOS, SOBRE A TERNA SOLICITUDE QUE JESUS TINHA PARA COM AS CRIANÇAS, NO EVANGELHO SEGUNDO MARCOS (10:13-16)

A. Este incidente é relatado nas Escrituras por três evangelistas..
1. Isto constitui uma evidência da grande impressão que deve ter causado nos cristãos primitivos e da importância que lhe deram…
2. O v. 13 diz: “Então Lhe trouxeram algumas crianças para que as tocasse…”
a. Naquele tempo costumava-se levar as criancinhas á sinagoga para serem abençoadas pelos anciãos.
b. Com que ansiedade aquelas mães as devem ter levado a Jesus!…
c. E não é de admirar o fato delas estarem desejosas de que Jesus lhes impusesse as mãos..
d. Pois elas tinham visto o que aquelas mãos podiam fazer…
e. Estas mães tinham visto que o toque daquelas mãos fazia com que a dor e o sofrimento desaparecessem…
f. Tinham visto aquelas mãos trazerem luz aos cegos, e paz ás mentes conturbadas…
3. Atraída pela maravilhosa ternura que podia ser vista no semblante de Jesus, uma mãe, com o filhinho, deixara a casa para irem busca de um toque de Suas mãos…
a. De caminho, comunicou à uma vizinha o seu desígnio, e esta quis que Jesus lhe abençoasse os filhos…
b. Assim várias mães se reuniram, levando seus pequeninos…
B. O v. 16 diz: “Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava”…
1. O verbo grego “abençoar” pode ser traduzido por “abençoava ardentemente”, o que é mais uma indicação do raro amor de Jesus, especialmente para com as crianças…
2. Ousamos dizer que aquelas crianças foram ricamente beneficiadas…
a. E muitas delas devem ter-se lembrado para sempre de quando se encontraram com o Grande Mestre…
b. Elas tinham tocado no Eterno; sim elas tinham tocado em Jesus, e todo aquele que já fez isso não pode permanecer o mesmo…
3. O relato nos mostra que Jesus dedicou momentos para cuidar separadamente de cada uma delas…
a. Para outros seria tempo perdido, mas não para Ele…
b. Pois, nas crianças que foram postas em contato com Ele, viu Jesus os homens e mulheres que haviam de ser herdeiros de Sua graça e súditos do Seu reino…
c. Viu que algumas delas se tornariam mártires por amor dEle…
4. Uma das coisas que me deixa maravilhado quando leio este relato, é o fato de que Jesus, a caminho da cruz, sabendo claramente o amargo fim que O esperava, ainda teve tempo e disposição para parar e abençoar os pequeninos…
a. Sim, Ele sabia que essas crianças haviam de ouvi-Lo e aceitá-Lo como Seu Redentor muito mais facilmente que o fariam os adultos..
b. Portanto, em Seus ensinos, descia ao nível delas…
c. Ele, a Majestade do Céu, não desdenhava responder-lhes ás perguntas e simplificar Suas importantes lições…
d. Implantava no espírito delas as sementes da verdade, que haveriam de brotar nos anos vindouros, dando frutos para a vida eterna…
5. Queridos pais aqui presentes, gostaria de dizer-lhes que ainda é verdade que as crianças são as pessoas mais susceptíveis aos ensinos do Evangelho…
a. Sim, seus corações acham-se abertos ás influências divinas, e fortes para reterem as lições recebidas.
b. Diz a serva do Senhor: “Os pequeninos podem ser cristãos, tendo uma experiência em harmonia com seus anos. Precisam ser educados nas coisas espirituais, e os pais devem proporcionar-lhes as vantagens, para que formem caracteres segundo a semelhança de Cristo.” DTN, 493.

II. A ÚLTIMA PARTE DO V. 13 NOS DIZ QUE “OS DISCÍPULOS REPREENDIAM AOS QUE LHOS TRAZIAM”.

A. Eles consideravam a obra do Salvador demasiado importante para ser interrompida…
1. Quando as mães foram ter com Jesus, levando as criancinhas, olharam-nas com desagrado…
a. Julgaram essas crianças demasiado pequenas para tirar proveito de sua visita a Jesus, e concluíram que Ele Se desgostaria com sua presença…
b. Foi com eles, entretanto, que Jesus ficou descontente….
c. Jesus compreendia o cuidado e a preocupação das mães que estavam buscando educar os filhos segundo a Palavra de Deus…
d. Ele ouvira-lhes as orações…
e. Na verdade, Ele próprio as atraíra á Sua presença…
2. Portanto, ao vê-los mandar embora as mães, julgando aprazer-Lhe, mostrou-lhes o erro em que estavam, dizendo:…
a. “Deixai vir os meninos a Mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus” (v. 14).
b. Na primeira parte desse verso Marcos descreve a condição emotiva de Jesus, quando percebeu a atitude dos discípulos: “Jesus, porém, vendo isto, indignou-Se”…
c. O fato de Jesus sentir tão forte emoção demonstra o amor genuíno que Ele tinha pelas crianças…
3. Jesus então, tomou nos braços as crianças, pôs-lhes as mãos sobre a cabeça, e deu-lhes as bênçãos em busca das quais tinham vindo…
B. A repreensão feita por Cristo aos discípulos, cabe a nós também…
1. Podemos não proibir, mas quem algumas vezes não embaraça uma criança de vir a Cristo?…
a. Talvez não eliminemos o ensino ás crianças, na Igreja, mas em nossas vidas, podemos fazer coisas que impedem as crianças de realmente se entregarem a Cristo…
2. Meus queridos irmãos, os pais devem a seus filhos três coisas: exemplo.. exemplo… exemplo.
a. O pai ou a mãe que não dá bom exemplo a seu filho está impedindo que ele venha a Cristo.
3. Diletos pais, as crianças necessitam da salvação de sua alma como qualquer outro pecador… (Mat. 18:14).
a. Por isso Jesus ordena: “Não as impeçais de virem a Mim”…
b. Na verdade, elas podem, se quiserem, ir a Jesus para serem salvas.
c. Portanto, meus prezados irmãos não as impeçais com os vossos preconceitos…
d. Não as impeçais com o vosso mau testemunho…
e. Não as impeçais com a vossa negligência…
f. Fazer tal coisa para uma criança é incorrer num pecado gravíssimo…
g. Pois a criança é dependente, é confiante e facilmente segue o bom ou o mau caminho…

III. LEMOS NO LIVRO DTN. QUE “AS MÃES FICARAM CONFORTADAS” DEPOIS QUE SEUS FILHOS FORAM LEVADOS PARA SEREM ABENÇOADOS POR JESUS…

A. E no livro Evangelismo, p. 349 lemos: “Levem as mães hoje seus filhos a Cristo”.
1. Devemos levá-los a Cristo na infância…
a. Devemos dedicá-los a Ele, desde os seus primeiros dias de vida…
2. Devemos levá-los a Cristo rogando-Lhe que os envolva com os braços de Sua misericórdia…
a. Devemos pedir-Lhe que coloque Suas santas mãos sobre eles e os abençoe.
3. Devemos levá-los a Cristo através da oração, rogando por eles, como aquele pobre pai rogou por seu filho lunático…
4. Devemos levá-los a Cristo ensinando-os a elevarem seus coraçõezinhos a Deus, tão logo seus lábios possam proferir palavras de oração…
5. Devemos levá-los a Cristo através do treinamento de um lar cristão, através de um exemplo piedoso.
a. Ao mesmo tempo devemos cuidadosamente evitar o perigo de colocar uma pedra de tropeço no caminho destes pequeninos por alguma palavra ou ato nosso.
b. Na verdade, as responsabilidades que recaem sobre nós com respeito ás crianças de nossas famílias deveriam ser um forte motivo para o cultivo da santidade…
6. Devemos levá-los a Cristo através de uma educação cristã…
a. Dando-lhes aquele inestimável privilégio que Timóteo recebeu de sua avó Lóide e de sua mãe Eunice, desde a infância…
b. O conhecimento das Sagradas Escrituras..
7. Uma meninazinha disse certo dia á sua mãe:
a. “Mamãe, é verdade que a Bíblia é o livro de Deus?”
b. “Sim filhinha, é verdade”…
c. “Então sugiro que o devolvemos para Ele, pois nesta casa ninguém o lê…” disse a garotinha.
8. Será este o caso do seu lar?
a. Ou será que como Lóide e Berenice, você ensina a Bíblia a seus filhos?
9. Como vão indo os cultos matutinos e vespertinos em seu lar?
a. Você fala de Jesus a seus filhos, ou eles ouvem falar dEle só na igreja?

Conclusão:
1. Meus queridos irmãos, a grande verdade que aprendemos neste texto é que Jesus convida as crianças a irem a Ele, porque elas precisam de Sua bênção e, mais do que isso, precisam ser salvas por Ele…
2. As Escrituras declaram que toda criatura humana nasce em pecado (Sal. 51:5), e que “o salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23; 3:23)…
3. Portanto, os pais devem fazer tudo para induzirem as crianças, desde a mais tenra idade, a irem a Jesus…
4. Pois Ele conhece as suas mentes e corações e lhes dará a Sua bênção e salvação…

 

AUTOR: MAURO BUENO

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A Culpa disso tudo é da Crise [Ilustração]

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Um homem vivia à beira de uma estrada e resolveu abrir um comércio, comprando e vendendo frutas locais, artesanatos, bebidas e lanche.

Ele nunca foi instruído para ser um comerciante, mas sabia que precisava divulgar o seu negócio, se quisesse sobreviver, por isso colocava cartazes pela estrada, atendia seus clientes com simpatia e competência e jamais descuidava da qualidade de seus produtos.

Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, por isso raramente se preocupava com outras coisas senão sua família e seu comércio.

Seu empreendimento prosperou e ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho, lá na capital. O rapaz formou-se numa das melhores faculdades da região.

Finalmente, já formado, o filho voltou para casa e, ao perceber que o pai estava para fazer uma compra alta, chamou-o ao lado para uma conversa séria com ele:
– Pai, eu sei que você não ouve rádio, nem televisão, nem lê os jornais, por isso eu preciso lhe dizer que há uma grande crise no país neste momento. Não compre tanto. Compre menos ou compre produtos mais simples, mais baratos. De giro mais rápido.

Depois de ouvir as considerações do filho estudado, o pai pensou: “Bem, meu filho estudou…então só pode estar com a razão”.

Com medo da crise, o homem começou a comprar menos ou a comprar mercadorias mais baratas, o que acabou por espantar os bons clientes que há anos estavam acostumados com produtos de alta qualidade.

Abatido pela notícia da crise, já não conseguia sorrir para seus clientes e as vendas despencaram, levando o homem quase à falência total.

O pai então falou para os amigos:
– É, meu filho estava certo, estamos mesmo no meio de uma grande crise. Ainda bem que ele me avisou…

Os Doze Pratos de Porcelana [ILUSTRAÇÃO]

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de 12 pratos de porcelana rara, de antiga procedência.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou-o à morte.

Às vésperas da execução um sábio apresentou-se ao príncipe, pediu para ver os cacos do prato quebrado, e lhe garantiu que era capaz de resolver aquele terrível problema, desde que o príncipe revogasse a sentença daquele pobre homem.

Emocionado, o príncipe aceitou a proposta.

O ancião solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho bordada e os pedaços da preciosa porcelana quebrada espalhados em volta do móvel, no chão.

Atendida sua solicitação, aproximou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore, arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
– Pronto, meu senhor, assim fica resolvido o problema da sua preciosa coleção. E o problema é que cada um destes pratos vale mais que uma vida humana.

Deu uma pausa e concluiu:
– Agora podeis mandar matar-me. Sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada separadamente.

Passado o choque, o príncipe, comovido, arrependeu-se da loucura que iria fazer e libertou o velho e o servo.

A Oração e o Firmamento – [Esboço de Pregação Sobre Oração]

chuvas de bençãos
“Então Deus disse:
Que haja no meio da água uma divisão para separá-la em duas partes!
E assim aconteceu. Deus fez uma divisão que separou a água em duas partes: uma parte ficou do lado de baixo da divisão, e a outra parte ficou do lado de cima. Nessa divisão Deus pôs o nome de “céu”. A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o segundo dia. (Gênesis 1:6-8)”

 

No mundo natural, o sol espalha a sua esplêndida luz sob a terra e difunde sua animadora influência; trazendo vida e calor.
O Calor por sua vez produz a evaporação e a água que está nos campos e nas encostas sobe para formar as nuvens densas que voltarão a terra depois em forma de chuva, refrescando e embelezando a natureza.

Assim também é no mundo cristão, sob a poder do Maravilhoso Sol da Justiça, as oração fervorosas de todos os contritos corações sobem aos céus. E nossa adoração sobe como um cheiro suave, quando é acompanhada de um espirito misericordioso e arrependido, pois ela é transmitida ao Pai por meio da mediação de Cristo, posteriormente, da mesma forma que o vapor volta como chuvas energizantes, a vida do coração suplicante é energizada pela graça de Cristo, dando ânimo para seguir em frente e superar as dificuldades e os dias mais áridos que virão.

Assim, como a terra que fica árida e dura quando não chove, um coração que não é regado por Deus se torna estéril, duro como rocha e árido, desse coração não podem-se colher os frutos do espirito e o resultados disso são cristãos puramente carnais, que sujam o imaculado nome do Nosso Salvador. Cada planta de santidade, cada flor de amor e cada folha de piedade logo irá cair, secar e morrer, e então, chegará o momento que irão se perguntar: _Onde está aquele Cristão que iria mudar o mundo!?
Ele se encontra no banco de uma igreja e agora questiona o amor de Deus a cada problema, não sabe se Deus existe ou é uma invenção da cabeça dele, pois está tão seco a ponto de não sentir mais a presença refrescante do Espirito Santo.

Lembrem-se: Quanto maior for a evaporação da água, maior também será a chuva que cairá sobre a terra mais cedo ou mais tarde, de igual modo, na vida cristã quanto mais abundantes súplicas o cristão fizer, maiores serão as chuvas de bençãos que cairão em suas vidas.

Vamos portanto, ser abundantes em orar e falar com o nosso senhor, só assim cresceremos como uma planta no Jardim do Senhor, com raízes fortes e bem estabelecidas.

 

 

“Dizem” que Amam a Deus, Mas, envergonham a Deus

julgareerrado

“Você tem a certeza de que é guia dos cegos, luz para os que estão na escuridão, orientador dos que não têm instrução e professor dos jovens. Você está certo de que encontra na lei a apresentação completa do conhecimento e da verdade. Você, que ensina os outros, por que é que não ensina a você mesmo?” (Romanos 2:19-21)

Quando Paulo, escreve em sua carta para Roma o texto acima, ele direcionava a mesma a um grupo específico: O Judeus, eles tiveram por muito tempo um grande privilégio quando se fala em “conhecimento de Deus”, citados na bíblia como povo escolhido por Deus, tinham pleno conhecimento da Lei e da vontade de Deus, porém no capitulo 2 de romanos, Paulo repreende duramente os Judeus, e por uma atitude muito comum hoje entre os cristãos: “O hábito hipócrita de julgar-se digno de sentenciar o próximo”.

Quantas pessoas, sentindo a necessidade espiritual de aproximar-se de Deus, não procuram mais uma igreja, por receio de serem julgadas pelas pessoas que ali se encontram; E de fato, elas não pensam errado, hoje o que era para ser uma “casa de oração para todas as nações […] (Isaías 56:7)” virou um tribunal onde aqueles que acusam são os mesmo que dão a sentença.

Com isso, o mundo tem blasfemado o nome de Deus por causa do cristão (Rom 2:24) dizendo: _ Se for para ser igual o fulano, prefiro nem ir a igreja!

Imagino o quanto triste isso deve ser para Deus…

Sei que muitas dessas pessoas professam diariamente o seu amor por Deus, porém não aprenderam nada com Ele, são pessoas que poderiam seguir os mesmos passos que Jesus mas não o reconheceriam, pois, estão a procura de um castigador e vingador, porem, Jesus é um reconciliador e redentor. Tenha isso em mente, irmão que julga! da mesma forma que Jesus pode redimir a todos de qualquer pecado, ele também deseja redimir a você do seu pecado. Tenha humildade e aceite a redenção imerecida de Deus.

Por que Paulo aconselha que as mulheres fiquem caladas?

A passagem encontrada em (1 Coríntios 14:34 e 35) é uma das mais complexas e mal interpretadas entre as passagens conhecidas. O terror das feministas agnósticas ou o álibi dos machistas fundamentalistas. Vamos estudar e entender pelo CONTEXTO o que estava acontecendo nessa passagem e PRINCIPALMENTE em Corinto;

“A igreja de Corinto era composta de conversos de origem judaica e grega (Atos 18:4). Nos serviços religiosos das sinagogas da época, as mulheres judias assumiam uma atitude passiva, permanecendo separadas dos homens e comportando-se com decoro e discrição. Já o paganismo grego de Corinto estimulava uma participação litúrgica feminina proverbialmente irreverente e imoral. Alusões são encontradas a cerca de mil prostitutas cultuais que atuavam no templo dedicado à Afrodite (deusa do amor), na Acrópole daquela cidade.”

Logo, como era costume as mulheres de corinto se comportarem irreverentemente nos templos é bem provável que Paulo estivesse orientando as mesmas a não se comportar dessa maneira, ao contrário serem passivas.

O conselho de Paulo em 1 Coríntios 14:34 e 35 pode ter sido motivado pela manifestação de resquícios de irreverência litúrgica entre as mulheres que aceitaram o cristianismo, provenientes do paganismo. Endossando essa posição, Jack J. Blanco parafraseou interpretativamente esse texto, em sua The Clear Word, da seguinte forma: “Como em nossas sinagogas, as mulheres que freqüentam a igreja não deveriam falar em voz alta e comportar-se de maneira repreensível, como fazem nos templos pagãos, mas permanecer em silêncio e prestar atenção, como a lei ordena, de modo a não ofender os crentes judeus. Se vossas mulheres não conseguem entender o que está sendo ensinado, não deveriam interromper o pregador, mas esperar até chegarem em casa e perguntarem a seus maridos. Embora as mulheres pagãs falem em voz alta e interrompam os outros nos lugares de culto, é desonroso a uma mulher cristã comportar-se dessa maneira.”

Não se pode descartar a possibilidade de que Paulo, no texto em discussão, estivesse também restringindo o ensino religioso público às pessoas do sexo masculino. Mesmo sancionado à mulher o direito de orar e profetizar (ver 1 Coríntios 11:5), Paulo era incisivo em não permitir que a mulher ensinasse publicamente: “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio” (1 Timóteo 2:11 e 12; ver também Efésios 5:22-24). Essa atitude do apóstolo, de aparente discriminação da mulher, tem sido entendida por muitos comentaristas como uma manifestação de respeito para com a cultura religiosa judaica da época (ver 1 Coríntios 9:20; 1 Tessalonicenses 5:22), não podendo ser considerada como universalmente normativa. Mesmo sem que lhes seja permitido o exercício das funções ministeriais, as mulheres têm participado ativamente nos cultos públicos cristãos em culturas que o permitem.

 

Fonte: Revista Finais dos Tempos, 1999

A Doação de Sangue da Criança Vietnamita

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.

Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sanguíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível.

Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram  o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sanguíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de socorrê-la.

Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntar a ele se estava doendo. Ele disse que não.

Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.

O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
– Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.

O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
– Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?

– Porque ela é minha amiga.

Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos – João 15.13

Diminuir o Passo e mudar de Curso

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, também chamada de Paraolimpíadas, nove participantes, todos com deficiência mental ou física alinharam-se para a largada da corrida dos cem metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com a vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, exceto um garoto, que tropeçou no piso, caiu rolando e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo olharam para trás. Viram o garoto no chão, pararam e voltaram. Todos eles!

Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: “pronto, agora vai sarar”.

E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e não tinha um único par de olhos secos. E os aplausos duraram longos minutos.

As pessoas que estavam ali, naquele dia, repetem essa história até hoje. Por quê? Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar o próximo a vencer também, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

Que cada um de nós possa ser capaz de diminuir o passo ou mudar de curso para ajudar alguém que em algum momento de sua vida tropeçou e precisa de ajuda para continuar!

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” – Mateus 19.19.

Diga não a Provação – Ilustração

Ao sair do seu veículo, um sujeito bateu a porta na lataria do carro que estava estacionado ao lado, num pátio de um supermercado.

Foi apenas um risco sem maior importância, que facilmente desapareceria com um pouco de cera automotiva, mas o dono do outro carro, um sujeito fraquinho e raquítico, ficou muito nervoso e falou um monte de besteiras para ele, ofendendo-o profundamente na frente de várias pessoas e de seu filho, que estava com ele.

Não contente em xingá-lo , provocou-o à briga, mas o homem não cedeu às suas provocações.

Depois que ele foi embora, seu filho lhe disse:
– Puxa, pai, você “dá dois” dele… por quê o senhor não deu uns tapas no cara, pelo tanto que ele te ofendeu?

– Filho, se um desconhecido tenta de dar um pacote suspeito no meio da rua e você o recusa, a quem pertence o pacote? – perguntou-lhe o pai.

– A ele mesmo, é claro!

– Assim também são os insultos, meu filho, seu eu os recebo, são meus; se não os recebo, continuam pertencendo à pessoa que tentou dá-los para mim.

Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, uns para com os outros, e para com todos.
I Tessalonicenses 5.15

Deus não é Velhaco – Ilustração sobre Confiança

Era uma vez um sujeito que se endividou muito e foi condenado a saldar suas dívidas de uma só vez, sob pena de ser preso.

Coincidentemente, nesta mesma época um outro indivíduo recebeu a mesma sentença.

Apesar de seus esforços, nenhum deles conseguiu empréstimo em alguma instituição de crédito nem com seus parentes. E o dia fatal ia-se aproximando rapidamente.

Coincidentemente, também, cada um deles tinha um amigo de infância que era rico e, na noite anterior ao prazo fatal, decidiram lhe telefonar pedindo socorro.

O primeiro ouviu de seu amigo que podia ficar tranquilo, pois tinha o dinheiro disponível e iria lhe emprestar a quantia necessária logo de manhã. Aliviado, deitou em sua cama e dormiu feito criança, pois seu amigo era uma pessoa de palavra.

O segundo ouviu de seu amigo a mesma coisa, mas não conseguiu dormir, pois seu amigo era daquele tipo pessoa que promete as coisas, mas não cumpre o prometido. Era um “velhaco” que já havia falhado com ele antes; indigno de confiança.

 

 

Conclusão:
Quando pedimos algo a um amigo e ele nos promete que vai dar, mas continuamos preocupados, estamos dizendo com esta nossa preocupação que este nosso amigo não é digno da nossa confiança; em outras palavras, que é um velhaco.

Moral da história
Quando pedimos algo a Deus e continuamos preocupados, na prática estamos lhe dizendo que Ele não é digno da nossa confiança;